‘Nem Deus pode afundar esse navio’: A verdade sobre a polêmica frase do Titanic

por Lucas Rabello
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O Titanic, frequentemente lembrado por sua trágica viagem inaugural há mais de um século, tornou-se o centro de inúmeras lendas e mitos, um dos quais afirma que o navio era considerado “inafundável”, até mesmo por padrões divinos. Essa afirmação, sugerindo que “Nem mesmo Deus pode afundar este navio”, é amplamente reconhecida como folclore em vez de um fato documentado. Investigações sobre essa afirmação não revelam evidências credíveis ou registros daqueles envolvidos na construção ou propriedade do Titanic que apoiem tal declaração.

No momento de seu lançamento, o Titanic foi celebrado por seus recursos avançados de segurança, que eram considerados inovadores para o início do século XX. Estes incluíam compartimentos estanques e portas estanques controladas eletronicamente, levando a uma crença pública generalizada na resiliência do navio. No entanto, a noção de que era considerado imune até mesmo à intervenção divina parece ser um produto da dramatização, frequentemente amplificada por sua representação na literatura e no cinema.

A era durante a qual o Titanic foi construído e navegou foi marcada por avanços tecnológicos significativos, com a sociedade exalando confiança no engenho humano. O navio, com seu esplendor e engenharia de última geração, simbolizava o ápice das conquistas da Revolução Industrial. Representava não apenas um avanço na engenharia marítima, mas também o empreendimento humano mais amplo em direção à conquista das limitações naturais.

A frase sobre a invencibilidade do Titanic, embora não historicamente comprovada, serve como uma ilustração pungente da presunção tecnológica da época. Reflete o sentimento predominante da época, onde as façanhas da engenharia e do progresso eram frequentemente vistas como triunfos sobre a própria natureza. O desastre que aconteceu com o Titanic, resultando em uma perda significativa de vidas, desde então tem sido interpretado como um conto cautelar contra tal excesso de confiança.

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