Série “O Clube da Meia-Noite” na Netflix conquista críticos

por Lucas Rabello
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A Netflix com “O Clube da Meia-Noite” não traz apenas mais um programa no oceano de conteúdos dignos de maratona; é uma jornada da qual você não conseguirá fazer uma pausa. Imagine só: uma pequena cidade insular na Nova Inglaterra, profundamente religiosa, começa a vivenciar eventos sobrenaturais arrepiantes. Sim, é tão envolvente quanto parece e, com Mike Flanagan, a mente por trás de “A Maldição da Residência Hill” e “A Queda da Casa de Usher”, no comando, você sabe que terá algo especial.

Agora, vamos falar sobre as vibrações que essa série emana. Não é um terror comum; é daqueles que queimam lentamente, que te envolve aos poucos e depois fica contigo. O cenário? Imensamente arrepiante. A história? Profundamente cativante. E a melhor parte? Está tudo disponível na Netflix, pronto para ser devorado em provavelmente uma única e intensa sessão de cerca de sete horas. Então, você talvez queira liberar sua agenda.

Críticos e fãs estão praticamente em uma festa de amor com “O Clube da Meia-Noite”. Não é apenas hype; os números falam por si, com uma pontuação crítica de 87% no Rotten Tomatoes. Meagan Navarro chegou a dizer, “Esse tipo de terror deixa uma marca. É como se Flanagan tivesse se tornado um estudioso rápido do que faz as histórias de terror em pequenas cidades de Stephen King ressoarem e agora estivesse pronto para superar o mestre.” Isso não é um pequeno elogio!

Mas não é apenas um paraíso para críticos. A comunidade de terror está toda por cima disso. No grupo do Facebook Netflix Bangers, um fã não se conteve, chamando o programa de ’10/10′ e uma recomendação definitiva. Outra voz da multidão, uma crítica no IMDb, confessou, “Geralmente não sou fã da mistura de religião com terror, mas isso foi extremamente bem escrito.” Eles o classificaram mais como um drama provocante do que um terror puro, mas “definitivamente vale o tempo”.

Flanagan, conhecido por reutilizar seu elenco de forma genial, traz rostos familiares de volta à tela. Zach Gilford brilha como um alcoólatra em recuperação, e Kate Siegel, a própria esposa de Flanagan, entrega uma performance estelar oposta a ele. A química deles em tela adiciona outra camada à narrativa complexa do programa.

“O Clube da Meia-Noite” na Netflix é uma série de terror envolvente e profunda, com críticas positivas e uma experiência imersiva única.

E se você ainda está em cima do muro, deixe que as palavras de Sian Cain para o The Guardian te empurrem para o lado de cá: “A tragédia fermenta lentamente na panela elétrica, enquanto passamos a conhecer seus residentes, de modo que, quando a violência e a completa desolação finalmente chegam, ainda há beleza e esperança também.” A experiência de Cain? Uma experiência lacrimosa, indicando que “O Clube da Meia-Noite” não é apenas uma série de terror; é uma jornada emocional que até os não fãs de terror se veem atraídos.

Lucas Rabello
Lucas Rabello

Fundador do portal Mistérios do Mundo (2011). Escritor de ciência, mas cobrindo uma ampla variedade de assuntos. Ganhou o prêmio influenciador digital na categoria curiosidades.

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