Vídeo arrepiante mostra os momentos finais de homem antes de ser sugado por redemoinho mortal

por Lucas Rabello
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Jacob Cockle, um renomado fotógrafo de mar de 28 anos, perdeu tragicamente a vida durante uma tentativa aventureira de capturar um redemoinho em câmera no porto de Hayle, Cornwall. Conhecido por empregar técnicas audaciosas para conseguir a foto perfeita, Cockle recebeu elogios de organizações prestigiosas como a National Geographic e The Sunday Times pelo seu trabalho. Sua paixão pelo oceano o levou a fotografar paisagens marinhas dinâmicas, surfistas e os fenômenos imprevisíveis dos redemoinhos.

Em um dia significativo, 28 de maio de 2013, Cockle decidiu documentar um redemoinho que havia se formado no porto. Este redemoinho, conhecido por sua aparição rara, apresentou uma oportunidade única para ele. Ansioso para explorar novas perspectivas, Cockle escolheu usar um adereço de cabeça de cavalo para a sessão de fotos, visando adicionar um elemento distintivo às suas imagens. Sua abordagem à fotografia muitas vezes envolvia imergir-se completamente em seu ambiente, um método que ressoava com seu espírito aventureiro.

David Raine, um artista e amigo de Cockle, foi inicialmente convidado para filmar o empreendimento. Ao chegar ao porto, Raine encontrou Cockle já na água, navegando pelas correntes do redemoinho. Apesar dos riscos aparentes, Cockle tranquilizou Raine sobre sua segurança, destacando a profundidade do redemoinho como um fator atenuante. “Está tudo bem agora porque está tão profundo”, Cockle gritou da água, tentando aliviar quaisquer preocupações sobre o perigo.

A sessão de fotos tomou um rumo perigoso quando Cockle, em sua busca por uma perspectiva submarina única, solicitou a câmera GoPro anexada a um bastão. Seu objetivo era capturar o interior do redemoinho de um ponto de vista em primeira pessoa. Este momento marcou seu último mergulho, pois ele não voltou à superfície depois de ir para debaixo d’água.

Raine, em uma busca frenética por seu amigo, correu para a outra extremidade do cais, onde o redemoinho se transformava em uma piscina, esperando que Cockle tivesse sido ejetado em segurança. No entanto, não havia sinal dele. Foi apenas após um período tenso de busca que Raine descobriu Cockle, sem vida na água.

A notícia do acidente de Cockle trouxe uma profunda tristeza para sua família e amigos. Sua mãe, Carolyn, teve que suportar a tarefa angustiante de identificar o corpo de seu filho no Hospital Treliske em Truro. Ela relembrou o profundo amor de seu filho pela água, observando sua atração irresistível por ela desde tenra idade.

O amigo de Cockle, Barnaby Courtney, refletiu sobre o caráter vibrante do fotógrafo e sua capacidade de fazer os outros acreditarem na magia do mundo. “Ele tinha esses olhos loucos que pareciam o mar, seu cabelo estava sempre desgrenhado, ele sempre parecia feliz”, comentou Courtney, encapsulando a essência do espírito animado de Cockle.

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