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Simulação mostra método de execução grego antigo que é 'a pior maneira de morrer'

Simulação mostra método de execução grego antigo que é ‘a pior maneira de morrer’

O Touro de Bronze é um dispositivo de execução verdadeiramente horrível que foi projetado na Grécia antiga. Proposto a Phalaris, um tirano de Akragas, uma colônia grega na Sicília, por seu escultor Perilaus, que pretendia torturar e matar criminosos.

Os historiadores há muito relatam a crueldade de Phalaris, com alguns sugerindo que ele tinha uma propensão ao canibalismo, então não é surpresa que ele tenha usado o dispositivo sem hesitar.

O conceito do Touro de Bronze é simples, mas aterrorizante. É uma estátua de touro oca feita de bronze com uma porta de dobradiça na parte de trás que revela uma câmara onde as vítimas eram trancadas e presas. Um fogo era então aceso sob a barriga do touro, fazendo com que a pessoa dentro assasse viva lentamente.

O sofrimento daqueles que foram condenados à morte no Touro de Bronze é quase incompreensível. Ser queimado até a morte já é ruim o suficiente, mas agora imagine isso.

Gritos do touro

Simulação mostra método de execução grego antigo que é 'a pior maneira de morrer'

Mas a tortura não termina aí. Como parte do desenho cruel, a cabeça da estátua apresentava um sistema de tubos e canos para que os gritos da vítima fossem convertidos nos sons de um touro enfurecido.

Diz a lenda que Perilaus disse a Phalaris enquanto destacava o aspecto musical do dispositivo: “Seus gritos virão até você através dos canos como o mais terno, patético e melodioso dos berros.”

De acordo com um episódio do Discovery’s Death Machines, textos antigos sugerem que Phalaris queria testar a capacidade musical do touro. Depois de convencer seu fiel escultor a entrar no animal e começar a gritar, ele fechou a porta dos fundos e acendeu o fogo embaixo. O sistema funcionou conforme planejado – mas o teste custou a vida do próprio homem que o fez.

O Touro de Bronze não era apenas um dispositivo de punição, era também um espetáculo. Foi usado em público para passar uma mensagem de medo à população e para demonstrar o poder e a crueldade do governante. Foi um lembrete das consequências de cruzar o governante e o estado.

O terrível reinado de Phalaris finalmente chegou ao fim quando ele foi derrubado por um novo líder chamado Telêmaco em 554 aC e, em uma sinistra reviravolta do destino, o ex-opressor teria sido morto no Touro de Bronze.

O Touro de Bronze é um lembrete arrepiante da capacidade da humanidade para a crueldade e até onde algumas pessoas irão para exercer poder e controle sobre outras. É um lembrete gritante da importância de se levantar contra a tirania e a opressão.

O Touro de Bronze não é apenas um dispositivo do passado, serve como um alerta para o presente e o futuro. É um lembrete de que devemos estar sempre vigilantes contra aqueles que procuram usar o medo e a violência para controlar e dominar os outros.