Pular para o conteúdo

Papai Noel de shopping recusa abraço à criança autista de 4 anos e é demitido

A temporada de férias é um momento de celebração e alegria para muitas pessoas ao redor do mundo, e o Natal não é exceção. Em muitas partes do mundo, as ruas são decoradas com luzes e decorações festivas, as lojas são enfeitadas com exibições temáticas de feriados e os shopping centers são transformados em maravilhas do inverno.

Embora o Natal possa não estar tão profundamente enraizado na cultura de certas regiões, ainda é uma época de magia e encantamento para as crianças, que aguardam ansiosamente a oportunidade de pedir presentes ao Papai Noel.

No entanto, um incidente recente em Valparaíso, interior de Goiás, esclareceu as questões de discriminação e inclusão que podem surgir durante as festas de fim de ano.

Daniel Alves é um menino de 4 anos que sofre de autismo e ficou emocionado ao tirar uma foto com o Papai Noel em um shopping do Sul. No entanto, quando a mãe de Daniel, Angélica Alves, explicou ao homem vestido de Papai Noel que seu filho era autista e poderia ficar agitado, o homem se recusou a tirar a foto com Daniel e pediu que a próxima criança da fila se aproximasse, de acordo com informações do portal Terra.

Angélica ficou constrangida e impotente, sem saber o que fazer diante de tamanha discriminação.

Determinada a garantir que seu filho não fosse excluído ou tratado injustamente, Angélica procurou a ouvidoria do Shopping Sul e denunciou o ocorrido.

Como resultado de suas ações, o Papai Noel em questão foi imediatamente demitido e Daniel foi convidado a voltar ao shopping para tirar uma foto com um novo Papai Noel.

A mãe agradeceu a agilidade do shopping em lidar com a situação, afirmando que nunca imaginou que um personagem feito para alegrar as crianças pudesse fazer isso com seu filho.

O Shopping Sul divulgou nota condenando o ocorrido e reiterando seu compromisso com princípios de ética, respeito e igualdade. O shopping enfatizou que o comportamento do ex-Papai Noel não refletia os valores da empresa e prometeu tomar as medidas cabíveis para que o problema não se repita.

No geral, este incidente serve como um lembrete de que devemos estar vigilantes para promover a inclusão e rejeitar a discriminação em todas as formas, inclusive durante as festas de fim de ano, quando o foco é levar alegria aos outros. É importante que nos esforcemos para criar uma sociedade na qual cada indivíduo, independentemente de suas habilidades ou diferenças, seja tratado com respeito e tenha a oportunidade de participar plenamente e ser incluído.