O misterioso caso de masoquismo de Wojciech Stempniewicz

O empresário Wojciech Stempniewicz era um rapaz comum, de acordo com seus vizinhos, e sua ex-namorada diz inclusive que o casal tinha planos de se casar. No entanto, o rapaz de 58 anos, pai de três filhos já crescidos, tinha fantasias bizarras. De acordo com investigações policiais, Wojciech participava de um fórum que tratava de assuntos ligados a assassinatos e canibalismo, duas fantasias que ele, possivelmente, mantinha escondidas da família. Foi nesse fórum que ele conheceu o policial alemão Detlev Guenzel, em meados do mês de outubro de 2013. Os dois conversaram bastante tempo por chats e telefone, até que decidiram se conhecer pessoalmente.

No dia 4 de novembro de 2013, Wojciech foi para um pequeno hotel administrado por Guenzel, na cidade alemã de Hartmannsdorf-Reichenau. O que exatamente aconteceu naquele dia ainda é uma incerta para a polícia e para os investigadores, mas em algum momento, Wojciech foi para o alçapão de seu ‘amigo’, foi amarrado, amordaçado, e aparentemente enforcado. Depois disso, Guenzel cortou sua garganta – isso foi admitido pelo assassino durante um julgamento. No entanto, relatórios médicos dizem que a morte do polonês se deu por asfixia – mas que não se podia ter muita certeza, dadas as condições em que o corpo foi encontrado. No entanto, as conversas mantidas pelos dois, somadas com os sites que o polonês costumava acessar, levam a acreditar que ela possa ter concordado com tudo o que aconteceu naquele dia.

As investigações levaram a polícia até uma conversa por correio eletrônico entre os dois rapazes intitulada ‘Schlachtfest’ (uma festa alemã onde um porco é morto, preparado, e servido inteiro). As autoridades encontraram também um vídeo de Guenzel onde ele aparece cortando o corpo de sua vítima em pedaços utilizando uma faca e uma serra elétrica. O corpo de Wojciech, depois disso, foi enterrado no quintal do alemão. No entanto, algumas partes do cadáver nunca foram encontradas, levando a crer que Guenzel pode ter cometido canibalismo. O assassino foi julgado culpado e hoje cumpre oito anos e meio na prisão.

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