Nós poderíamos morrer por esse estranho fenômeno solar e ninguém lhe dá atenção

Bom, é muito precipitado dizer dessa forma, mas realmente é aterrador este fenômeno solar, cujas consequências podem ser mais graves do que uma pessoa comum imagina e realmente ninguém – exceto os cientistas – estão prestando atenção. Se trata de um enorme buraco negro que cobre 8%  do sol.

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Segundo a NASA, o espaço que cobre um lado do sol não é necessariamente uma afetação real de sua superfície. É dizer, a aparência deprimida da estrela se deve a emissão das chamadas correntes de vento solar – partículas expulsadas da atmosfera superior do sol – que podem ter uma velocidade de 400 km por segundo.

NASA

Entretanto, na verdade não se trata de um buraco ou um furo no sol, ainda que se veja de cor escura nas imagens, se não que um processo que ocorre na capa externa da atmosfera do astro, conhecida como coroa. Daí que este fenômeno captado graças a uma intensa luz ultravioleta seja conhecida como “buraco coronal”. Como explica a própria NASA, “são áreas abertas do campo magnético do sol que expulsam ao espaço correntes de vento solar que se movem a grande velocidade”.

Aproximadamente a 800 quilômetros por segundo.

O enorme buraco pode permanecer visível, desde a Terra, durante ao menos cinco anos. Estes fenômenos são fundamentais para a compreensão do clima espacial, ao ser a fonte de ventos até três vezes mais velozes que os verificados em qualquer outra região do universo que conhecemos.

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Se espera que, nestes dias, as partículas solares que se desprenderam da imensa estrela comecem a chegar à Terra.
Quando as correntes chegam ao nosso planeta, as partículas envolvem a magnetosfera terrestre e interatuam com ela.
Adicionalmente, a interação das correntes solares com a Terra pode afetar o funcionamento dos satélites que orbitam no espaço e as atividades que regulam.

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Esse feito da como consequência as conhecidas auroras polares, é dizer, o fenômeno luminoso que se apresenta no céu noturno, de preferência entre os meses de setembro e março no hemisfério norte (aurora boreal), e entre março e setembro no hemisfério sul (aurora austral).

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