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Mulher ia com frequência aos funerais de desconhecidos por uma razão bizarra

Em alguns países, comparecer em eventos – tristes ou alegres – mesmo sem ser convidado, pode parecer algo comum, seja para prestar felicitações ou solidariedade à família, ou mesmo para travar novas amizades, conhecendo pessoas e, claro: comer a beça.

Isso não é muito comum no Brasil, obviamente por conta do perigo de abrir as portas para desconhecidos, que certamente pode resultar em situações desagradáveis ou mesmo em criminalidade.

Porém, a história de Teresa Doyle de Berkshire, na Inglaterra, foi contada pelo sacerdote da igreja local. Por 14 anos, a mulher visitou todos os funerais do distrito por uma razão realmente bizarra.

Theresa disse uma vez ao padre que considerava seu dever sagrado atender todas as cerimônias da igreja, incluindo o luto. O Padre presumiu que a mulher era muito religiosa, e por isso havia tomado essa decisão.

Entretanto, o padre descobriu que Theresa Doyle estava aparecendo também em funerais, inclusive o mais recente onde se despediu de Catherine Whitehead, que morreu bem jovem.

A descoberta foi feita por intermédio da família da falecida que veio procurar o padre para falar sobre sua presença no enterro da moça.

Os familiares relataram que ficaram perdidos quando notaram uma mulher desconhecida durante o enterro. E ela chegou lá, sem constrangimento algum, conversou com todo mundo e não parava de… comer!

“Ela estava comendo que nem uma louca, enchendo ambas as bochechas”, disse a mãe da falecida. Para os parentes, Theresa apresentou uma bela história: disse que era colega de trabalho da falecida, enquanto trabalharam como garçonetes em uma instituição. Mas o pior era que a falecida nunca tinha trabalhado como garçonete antes.

Os familiares entraram em contato com o padre, contando a história, realmente irados pela quebra de privacidade em um momento de tristeza profunda.

Theresa tem 65 anos de idade e sabe-se que condições financeiras não são razões para tal comportamento.

E quando pensamos que já vimos bizarrices o suficiente, vem sempre uma história nova.

“Tudo bem você ir a um funeral para prestar solidariedade, mas para comer e ainda inventar histórias… isso já é demais!” – disse a mãe da jovem. [Ofigenno]

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