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Idosa se recusou a vender sua casa por milhões e obrigou shopping a ser construído ao redor dela capa

Idosa se recusou a vender sua casa por milhões e obrigou shopping a ser construído ao redor dela

Esta casa centenária em Seattle, localizada na 1438 N.W. 46th St., tem uma história interessante. Ela foi propriedade de Edith Macefield, uma viúva que a comprou em 1952 por US$ 3.750 e pagou dois anos depois.

Em 2006, uma empresa ofereceu a ela US$ 1 milhão pela casa, mas ela recusou e continuou morando lá até sua morte por câncer em 2008. A casa ficou para um trabalhador da construção civil que fez amizade com ela em seus últimos anos. Ele comprava mantimentos para ela, aviava suas receitas, levava-a a consultas médicas e preparava jantares.

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A casa agora está abandonada, cercada por um grande prédio de cinco andares em três lados e uma academia e uma loja de roupas do outro. É um grande contraste com o filme da Disney Up, onde um viúvo faz sua casa flutuar com balões, mas serve como um lembrete da determinação de Edith e das memórias que ela deixou para trás.

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Edith era uma mulher notável que viveu uma vida interessante. Ela nasceu em Oregon e acabou se mudando para a Europa. Diz-se que ela era uma espiã durante a Segunda Guerra Mundial e alegou ter conversado com Hitler. Ela definitivamente sabia muitas línguas, incluindo francês e alemão. Ela havia se casado quatro vezes, tendo um filho que morreu aos 13 anos de meningite. Ela era escritora e saxofonista.

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A casa foi seu santuário, seu lar por mais de 50 anos. Foi onde ela criou seu filho e onde encontrou consolo após sua morte. Era onde ela escrevia suas histórias e tocava saxofone. Era seu refúgio do mundo e de todos os seus problemas.

Apesar da oferta de US$ 1 milhão da empresa, Edith se recusou a vender sua casa. Ela sabia que, se o fizesse, perderia tudo o que fazia sua vida valer a pena. Sua casa não era apenas uma estrutura física, mas um símbolo de sua independência e espírito.

É difícil imaginar o que Edith pensaria da casa hoje, cercada por prédios modernos e a agitada vida da cidade. Mas se ela ainda estivesse viva, podemos imaginá-la sentada nos degraus da frente, tocando seu saxofone e contando suas histórias para seus novos vizinhos.

A casa pode estar abandonada, mas as memórias e o espírito de Edith Macefield sempre viverão. Sua determinação em manter sua casa, seu santuário, serve de inspiração para todos nós. Apesar das inevitáveis mudanças e desafios que a vida traz, todos devemos nos apegar ao que realmente importa.