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Pessoas com malformações eram exibidas como monstros. Fotos mostram a realidade cruel

Estas eram as atrações que ofereciam os circos do século XIX.

Pessoas com múltiplas incapacidades, enfermidades congênitas e inclusive malformações físicas eram as encarregadas de dar vida aos circos do século XIX, cuja principal atração era expor e exibir essas pessoas a multidões que pagavam altas quantias de dinheiro para vê-las frente a frente. Prática que hoje vai em contra de múltiplas leis que penalizam a discriminação de qualquer tipo, mas antes era um tipo de entretenimento de nível mundial.

Hoje, novas fotos surgiram revelando como era aquela época na Inglaterra, onde as pessoas que nasciam com severas malformações viviam graças ao dinheiro que ganhavam nos circos.

Entretanto, nem tudo era fama e dinheiro, já que houveram aqueles que tiveram que suportar a marginalização social e constantes piadas a respeito de sua condição física.

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Essas pessoas participavam do que muitos chamavam de “espetáculos anormais”, os quais consistiam em que mulheres com hirsutismo (síndrome que provoca o excesso de pelos), homens sem braços e pernas e crianças com microcefalia eram parte das atrações que eram oferecidas pelos donos dos circos, que normalmente ganhavam grandes quantias de dinheiro.

Foi na década de 1980 que esse tipo de espetáculo começou a perder popularidade graças aos avanços médicos e científicos. Foi nesta época que as pessoas que costumavam frequentar esse tipo de lugar compreenderam que as “criaturas” ali expostas eram pessoas com malformações e não monstros trazidos de outro planeta.

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