Notícias e artigos sobre ciência, incluindo espaço, biologia, arqueologia, e muito mais.

Essas são as 7 piores formas de morrer de acordo com a ciência

Ninguém realmente sabe como será seu fim, mas tentamos passar nossas vidas certificando-se de que quando tivermos que ir, que isso seja o menos dolorido possível. Ou, pelo menos, esperamos que seja, não é?

Às vezes, bater as botas pode ser tão tranquilo quanto fechar os olhos e dormir, mas se essa não fosse uma opção, que método você escolheria? Provavelmente nenhuma das a seguir. Confira algumas das maneiras mais dolorosas e terríveis de morrer, de acordo com a ciência:

7 – Fome

Para muitos de nós, comer é praticamente a melhor parte de qualquer dia. Isso serve também para argumentar que ficar sem comer – ou comer limitadamente – seria uma maneira horrível de viver a vida. Pior ainda, porém, é não ter acesso aos alimentos até a morte.

Em primeiro lugar, um corpo pode viver por 60 ou mais dias sem comida (embora líquidos como água devam ser tomados). Após menos de uma semana, o corpo começa a desenvolver sintomas perigosos, já que começa a se alimentar de gorduras armazenadas para obter energia. O fígado começa a colapsar primeiro, produzindo toxinas que podem ser prejudiciais em grandes quantidades. Antes do primeiro mês terminar, você terá perdido cerca de 18% do seu peso inicial.

A partir de então seu corpo começa a consumir seus próprios músculos e órgãos para conseguir energia, levando-o à morte em pouco tempo.

6 – Congelado

O corpo congela em estágios graduais. Enquanto o corpo esfria de nossa temperatura padrão, começamos a tremer. Isso é um sinal de que seus músculos estão começando a perceber que precisamos gerar calor. Quando nenhum calor é fornecido, nossos músculos tornam-se rígidos e duros, o que significa que nosso controle e coordenação motora enfraquecem. Seu cérebro também sofre; é impossível pensar com clareza ou manter um pensamento.

E então o tremor para: o que é muito, muito ruim. Porque agora seu corpo nem sequer está criando um calor superficial e sua temperatura geral afunda. Os órgãos e as respostas do seu corpo são tão lentos que parece que você está morto antes mesmo de morrer. Por sorte, você perde a consciência em algum momento. Ainda assim, é um caminho lento e doloroso para se perder a vida.

5 – Cadeira elétrica

À medida que a corrente elétrica atinge o corpo, o coração pára, o sangue ferve e o sistema nervoso entra em colapso, causando asfixia. Há também muitas mudanças fisiológicas que acontecem ao corpo, com partes chiando, estourando e pegando fogo. Mas pelo menos você morre, não é mesmo?

Nem sempre. Alguns relatos indicam que às vezes a corrente é muito baixa para matar uma pessoa rapidamente, tornando a morte um processo lento. E você fica consciente disso o tempo todo…

4 – Devorado por animais

Os animais são incríveis. Eles proporcionam conforto e companheirismo e são uma grande fonte de alegria e humor. Porém, não os alimente e você virará o prato principal deles.

Ao contrário de outros felinos que matam e comem (leões, tigres e assim por diante), as onças não sufocam suas presas indo em direção ao pescoço. Em vez disso, elas usam seus caninos alongados para morder os ossos temporais de sua vítima.

Já hienas, enquanto podem agitar e quebrar a espinha de presas menores com mais facilidade, não deixam de fazer isso com vítimas do tamanho de pessoas. Quando a presa está deitada, elas começam a comer. Mesmo que a vítima do tamanho de uma pessoa esteja completamente consciente.

3 – Crucificação

Essa forma de execução é uma das mais bárbaras. Embora a maioria pense que os pregos nas mãos e nos pés e a exposição que sejam a pior parte, na verdade não são. É o que acontece depois o pior de tudo e é por isso que os romanos a utilizavam tanto.

Quando uma pessoa é pregada na cruz, elas tentarão instintivamente suportar seu peso com suas mãos e pés pregados, mas, eventualmente, perderá suas forças. À medida que suas pernas desistem, seus braços são puxados de seus soquetes. Isso torna impossível exalar completamente e os níveis de dióxido de carbono no corpo aumentam até você sufocar.

Todo esse processo pode levar horas, se não dias e foi uma fonte de entretenimento para os romanos. Eles apostavam quanto tempo as pessoas durariam e, às vezes, eles mesmos aceleraravam o processo.

2 – Queimado

De todas as diferentes maneiras de morrer, ser queimado é a opção menos preferível para a maioria das pessoas. Se você tiver sorte, os fumos tóxicos irão finalizá-lo primeiro e em incêndios domésticos, em torno de 75% das pessoas morrem de intoxicação por monóxido de carbono em vez de queimar até a morte, o que é uma pequena misericórdia, já que não sofrem as dores que o fogo proporciona ao chegar nelas.

Se isso não acontecer e o fogo nos atingir, é possivelmente a pior experiência de todos os tempos. Pense na última vez que você acabou se queimando. Agora, imagine que um processo prolongado, onde as chamas estimulam os nervos e a carne é queimada, o que aumenta a sensibilidade da pele à dor (como defesa natural do corpo de tirá-lo da situação). Depois que a primeira camada é queimada, uma dor mais profunda começa quando os músculos começam a endurecer e você sente o cheiro de você cozinhando. Eventualmente a perda de sangue e fluido fará com que seu coração pare.

1 – Tortura

Nenhuma lista de “piores maneiras de morrer” pode ser completa sem reconhecer as mentes psicopatas que criaram maneiras inovadoras e aterrorizantes de levarem alguém à morte. Muitos reinos e estados antigos eram terrivelmente punidores em relação aos diferentes tipos de delitos – e não nos esqueçamos de que a sociedade moderna ainda pune as pessoas com tortura e com a morte também. Vejamos algumas formas particularmente efetivas usadas no passado.

Atenção: prepare seu coração para o que virá a seguir.

Quando se trata de tortura, o Império Persa realmente teve sua própria categoria de horror. Uma das técnicas exigia que a vítima permanecesse por dias em uma sala cheia de cinzas. Em algum momento, depois de desmaiar da exaustão, os pulmões da vítima se encheriam de cinzas e sufocariam. Terrível, não é? Bem, prepare-se para “A Banheira”.

Este antigo método de tortura persa exigia que a vítima se deitasse em uma banheira de madeira coberta, com somente a cabeça para fora. O rosto seria preenchido com mel e leite, onde moscas infestariam. Note que a pessoa seria alimentada com frequência e regularmente, logo misturando-se com sua própria imundície. Até o ponto em que larvas nasceriam e começariam a devorar o corpo. Um homem ficou na banheira por 17 dias antes de apodrecer – vivo.

Depois disso tudo, vale a pena lembrar: como é bom estar vivo, não é mesmo?

[The Chive] [HowStuffWorks]

Comentários
Carregando...