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Essas são as 5 mulheres mais cruéis que o mundo já conheceu

Nosso mundo sem dúvida já foi anfitrião de muitas pessoas cruéis; é só buscarmos na história que encontraremos diversos exemplos como Hitler, Stalin e outros grandes ditadores e personagens cuja crueldade é a sua marca registrada. Porém, muitas vezes acabamos esquecendo que dentro desse mundo da maldade, também existiram mulheres verdadeiramente malignas, muitas delas assassinas em série e outras que causaram outros tipos de tragédias na vida de muitas pessoas.

Confira a seguir as 5 mulheres mais cruéis que o mundo já conheceu:

5 – Rainha Maria I, 1516 – 1558

Maria I foi a única dos filhos de Henrique VIII e Catarina de Aragão a viver após a infância. Coroada após a morte de Eduardo VI e da remoção da Rainha dos Nove Dias, Lady Jane Gray, Maria I é recordada principalmente por retornar temporariamente e violentamente à Inglaterra ao catolicismo. Muitos proeminentes protestantes foram executados por suas crenças, dando a ela o apelido de “Maria Sangrenta”. Com medo de serem enforcados, em torno de 800 protestantes deixaram o país, incapazes de retornar até que Maria batesse as botas.

4 – Myra Hindley, 1942 – 2002

Myra Hindley e Ian Brady foram responsáveis pelos “assassinatos dos mouros” que ocorreram na região de Manchester, na Grã-Bretanha, em meados da década de 1960. Juntas, as duas foram responsáveis pelo sequestro, abuso sexual, tortura e assassinato de três crianças menores de doze anos e dois adolescentes, com idades entre 16 e 17 anos. Uma chave encontrada na posse de Myra levou a evidências incriminatórias armazenadas em um depósito de bagagens na estação central de Manchester. A evidência incluiu uma gravação em fita de uma das vítimas do assassinato gritando enquanto Hindley e Brady a estupravam e torturavam.

Nos últimos dias antes do encarceramento, ela desenvolveu uma atitude arrogante que se tornou sua marca registrada. A secretária policial, Sandra Wilkinson, nunca se esqueceu da visão de Hindley e sua mãe, Nellie, sentadas em frente ao tribunal comendo doces. Enquanto sua mãe estava obviamente e compreensivelmente chateada, Hindley parecia indiferente quanto à sua situação.

3 – Irma Grese, 1923 – 1945

Irma Grese ou a “Cadela de Belsen” foi uma guarda nos campos de concentração Ravensbrück, Auschwitz e Bergen-Belsen. Transferida para Auschwitz em 1943 com apenas 20 anos (ela deve ter demonstrado particular entusiasmo e dedicação ao cargo), foi promovida para Supervisora Sênior até o final do ano. Responsável por mais de 30.000 prisioneiras judias, ela se divertiu em seu cargo. Seu trabalho incluía: assassinato de prisioneiras por seus cães treinados e meio famintos, abuso sexual, tiroteios arbitrários, golpes sádicos com um chicote entrançado e seleção de prisioneiras para a câmara de gás. Ela gostava de tortura física e emocional e costumava usar botas pesadas, sempre carregando uma pistola para suas práticas cruéis.

2 – Katherine Knight, 1956 – presente

A primeira mulher australiana a ser condenada à prisão perpétua, Katherine Knight teve uma história de bizarra em seus relacionamentos. Ela quebrou os dentes de um dos seus ex-maridos e cortou a garganta do cachorrinho de oito semanas de vida de outro marido diante de seus olhos.

Um relacionamento complicado com John Charles Thomas Price tornou-se conhecido publicamente devido a Price ter feito uma Ordem de Violação Apreendida contra Knight, terminando com ela sendo que ela o assassinou com uma faca de açougueiro. Ele tinha sido esfaqueado pelo menos 37 vezes, pelo corpo todo, com muitas facadas penetrando órgãos vitais. Ela então o esfolou e pendurou seu corpo na porta da sala de estar, cortou sua cabeça e colocou-a na panela de sopa, cozinhou suas nádegas e preparou molho e vegetais para acompanhar o “assado”. A refeição e uma carta vingativa tinham sido feitas para os filhos do homem, todavia tudo foi descoberto pela polícia antes deles chegarem em casa.

1 – Elizabeth Bathory, 1560 – 1614

A condessa Elizabeth Bathory é considerada a mais infame assassina em série da história da Hungria e da Eslováquia. Rumores circularam por anos sobre meninas camponesas desaparecidas que haviam sido oferecidas a um trabalho bem pago no castelo; elas nunca foram vistas novamente.

Um desses rumores chegou aos ouvidos do rei Mathias II, que enviou um grupo de homens para o enorme castelo de Csejthe. Os homens encontraram uma menina morta e uma agoniando à morte. Outra foi encontrada ferida e outras trancadas. Testemunhos de atrocidades descritas por moradores da região incluem: violência física severa durante longos períodos de tempo, uso de agulhas, queima ou mutilação de mãos, rostos e genitálias e fome pelas vítimas. Considera-se que o total de vítimas é de centenas ocorrendo durante um período de vinte e cinco anos.

Devido ao seu status social, ela nunca foi levada a julgamento, mas permaneceu sob prisão domiciliar em um quarto até sua morte. [Listverse]

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