Essa imagem da última vítima de Pompeia intrigou a todos por seu possível último ato

Os restos de cerca de 1.500 pessoas foram encontrados a partir da erupção do Monte Vesúvio em 79 da Era Comum. Entre os mortos, surgiram imagens comoventes de pessoas tentando se salvar, outras tentando proteger umas às outras, outras aproveitando seus últimos minutos para se abraçarem… dentre as vítimas estavam famílias, amigos, irmãos e irmãs, entre outros.

 Um recente achado que ganhou popularidade também foi o abraço entre dois homens, imortalizados em rocha. Neste mesmo contexto, uma imagem se popularizou pela mensagem de “amor próprio” que ela veicula: na verdade, um prazer pessoal.

Um morador da cidade diante da tragédia resolveu masturbar-se imortalizando-se no ato. A imagem do achado mostra um homem deitado de costas e segurando a região da virilha de seu corpo, chegando ao acesso dos internautas a partir do Twitter.

Ao invés de fugir, correr, ou fazer qualquer outra coisa, ele decidiu dedicar seus últimos momentos à um ato de masturbação.

Entretanto, não se sabe ao certo se ele realmente estava se masturbando ou tentando proteger suas partes intimas de algo que teria o machucado.

Seja qual for a possibilidade, o humor não deixa de rolar solto na web, sendo que os usuários dispararam comentários como “ele morreu segurando seus entes queridos”, entre outras frases hilárias. Veja só a imagem:

 

Provavelmente nunca saberemos o que o homem realmente estava fazendo, mas é perfeitamente possível que o homem tenha sido morto enquanto se masturbava ou que seu corpo simplesmente caísse desse jeito naturalmente.

As teorias sobre como as vítimas de Pompeia morreram sugeriram que muitos morreram instantaneamente em uma explosão de gás quente, que eles não teriam visto chegar. Um estudo em 2001 analisou 80 esqueletos tirados de cinzas que se solidificaram e encontraram sinais de que as vítimas próximas da erupção teriam sido mortas antes de sentir qualquer dor.

“[Não houve sinais de uma] reação auto protetora voluntária ou contorções de agonia, indicando que seus órgãos vitais devem ter parado em um tempo menor do que o tempo de reação consciente. A nuvem era uma mistura de gás quente e cinza”, disse o Dr. Alberto Incoronato da Universidade de Nápoles Federico II, conforme informações do Telegraph. “Isso causou poucos danos na própria cidade, mas matou essas pessoas instantaneamente”.

[IFL Science]

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