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Quatro vezes em que famosos perderam a noção de como a vida funciona

A fama muitas vezes acaba sendo como “uma galáxia distante”, em que nossos ídolos muitas vezes acabam perdendo a noção da realidade… às vezes até demais. Muitos deles, por incrível que pareça, parecem que se tornaram verdadeiros alienígenas, agindo de maneiras que nos fazem questionar se realmente nasceram na Terra.

Seja por subir à cabeça ou excesso de poder nas mãos erradas, confira a seguir cinco vezes em que famosos perderam a noção de como a vida funciona:

4 – Barbara Bush achava que era melhor que as vítimas do furacão Katrina ficassem sem casas

Quando seu filho, o ex-presidente George W. Bush, estava tentando lidar com o desastre do furacão Katrina em 2005, a ex-primeira-dama Barbara Bush simplesmente quis intervir.

Barbara e o marido/ex-presidente George H. W. visitaram pessoalmente o Astrodome de Houston (o refúgio temporário de evacuados do furacão Katrina). Tudo foi razoavelmente bem… até que ela declarou que as vítimas não eram tão diferentes dos problemas causados pelo furacão, visto que eles eram “menosprezados de qualquer maneira”.

Bush também acrescentou que ela ouviu alguns evacuados que desejavam mudar permanentemente para o Texas, e ela considerou essa perspectiva “meio assustadora”.

Enfim, tem louco pra tudo, não é mesmo?

3 – Quentin Tarantino acha que ele pode usar a palavra “Negão” porque, segundo ele, ele também é “que nem esse tipo de gente”

No começo dos anos 90, Quentin Tarantino, em uma cena do filme Pulp Fiction, usou a frase “dead nigger storage”. A cena causou tanta polêmica que Spike Lee, por exemplo, disse que a cena foi “um exagero” e “nada legal”, enquanto Denzel Washington brigou com Tarantino em um set de filmagem, dando início a uma “pequena guerra” entre os dois que durou cerca de sete anos.

Em uma entrevista feita pela Vibe em 1994, Tarantino apresentou seu raciocínio para o uso desse vocabulário: ​​“Meu sentimento é que a palavra ‘nigger’ é provavelmente a palavra mais volátil na língua inglesa. No minuto que uma palavra tiver tanto poder que nem essa, no que me diz respeito, todo mundo no planeta deveria gritá-la. Nenhuma palavra merece tanto poder. Não tenho medo disso”.

“Quando eu era novo, nos anos 60, ‘nigger’ era uma palavra de briga. Nunca foi um problema pra mim porque eu sempre disse: “Ok, me identifico com essa palavra, porque ela fala muito sobre quem eu sou. É alguém com quem você não deve lidar, é alguém que cresceu de uma certa maneira, que tem certos tipos de traços que irão chutar sua bunda se você dar alguns passos em direção ao caminho errado. E sim, eu sou esse tipo de gente.”

Quentin Tarantino, uma vez justificou seu uso frequente da palavra “nigger”, dizendo que ele era “esse tipo de gente”.

2 – Depois de ser acusado de agressão sexual, Bill Cosby queria dar palestras pelo país para educar as pessoas “dos perigos da agressão sexual”

Depois de receber mais de 60 acusações de agressão sexual feitas por suas ex-amantes, Bill Cosby teve que fazer algo para parecer a vítima da situação. Imediatamente após o seu julgamento, os representantes de Cosby anunciaram que ele estaria embarcando em uma turnê nacional para educar os jovens sobre os perigos da agressão sexual.

Ah, não os perigos de ser ​agredido ​sexualmente – isso seria extremamente inapropriado. Seus seminários propostos provavelmente deveriam ser sobre os perigos de ser acusado ​​de agressão sexual. Como seu publicitário, Ebonee Benson disse:

“As leis estão mudando. O estatuto das limitações para as vítimas de agressão sexual está sendo estendido. Então, por isso as pessoas precisariam ser educadas com chineladas. Você sabe, qualquer coisa neste momento pode ser considerada agressão sexual. É muito bom ser educado sobre a lei”.

Sem comentários.

1 – Bob Dylan e sua palestra para ganhar o Prêmio Nobel

Em 2016, o Comitê Nobel deu o Prêmio Nobel de Literatura ao cantor e compositor Bob Dylan. Dylan respondeu à honra falhando em receber o prêmio, possivelmente porque ele sacou que havia uma jogada no meio. A fim de coletar o prêmio de $ 923,000 em dinheiro, Dylan foi obrigado a fazer uma grande palestra sobre literatura em um prazo de seis meses.

Desesperado para conseguir o prêmio aparentemente não tão relacionado a sua carreira, Dylan decidiu centrar sua palestra em “A Odisseia”, “A Oeste Nada de Novo” e “Moby-Dick”.

E já que trabalhos de literatura são muito maiores do que músicas, Dylan se voltou para o SparkNotes – um site que faz resumos literários. Depois de apresentar sua palestra no limite do prazo, o autor Ben Greenman desconfiou e teve que questionar se Dylan usou citações diretamente de Moby-Dick. Uma análise revelou que Dylan não havia inventado uma única citação, mas tinha plagiado quase toda a parte de Moby-Dick com precisão em seu discurso.

Embora a Academia tivesse louvado inicialmente a apresentação de Dylan como “extraordinária” e “eloquente”, eles permaneceram em silêncio a respeito do assunto. E é claro, Dylan também. [Cracked]

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