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Chocolate naturalmente rosa entrará para as prateleiras dos mercados no mundo inteiro

Com certeza um dos itens comestíveis mais vendidos no mundo é o chocolate, de modo que agora até mesmo chocolaterias especializadas que trabalham sob uma variedade de produtos à base de chocolate estão à disposição do público para que nossa necessidade pelo docinho seja saciada.

Pensando nisso a Barry Callebaut, a maior produtora de chocolate do mundo, afirma ter inventado um tipo totalmente novo de chocolate chamado Ruby, um chocolate cor-de-rosa feito inteiramente de produtos naturais.

 O CEO da empresa, com sede na Suíça, Antoine de Saint-Affrique, disse à Bloomberg : “É natural, colorido, é hedonista, há um aspecto de indulgência nele… mas mantém a autenticidade do chocolate. Tem um bom equilíbrio”.

“Não há cores adicionais nele”, diz Mike Schrauth, vice-presidente da divisão gourmet do Callebaut. “É composto de sólidos de cacau, manteiga de cacau, produtos lácteos e açúcar. Não há sabores adicionados. A cor fica dessa forma pela maneira em que os ingredientes são processados”. Schrauth diz que o fabricante de chocolate suíço inventou uma nova maneira de processar os grãos isolando os precursores de sabor que preservam uma cor vermelha e sabor a baga natural, por isso a coloração final é rosa.

Atualmente, os mercados mundiais e as organizações governamentais, como a Food and Drug Administration, definem o chocolate como contendo tanto sólidos de cacau como licor de chocolate e manteiga de cacau. O chocolate escuro, que vem em porcentagens diferentes, é composto de 70 ou mais por cento de sólidos de cacau, o resto é geralmente composto de manteiga de cacau e açúcar. O chocolate ao leite é elaborado adicionando lácteos ao chocolate escuro. O chocolate branco é feito inteiramente de açúcar e manteiga de cacau, ou a gordura que vem de grãos de cacau, uma vez que eles são assados ​​e processados.

O chocolate Ruby ainda não foi aprovado ainda pelas organizações governamentais de vários países, de modo que estão procurando-a a fim de encontrar um parceiro de produção em cada mercado principal (Ásia, Europa e Américas) para disponibilizar o item tanto nos mercados como restaurantes locais.

Segundo Schrauth o processo demorará cerca de um ano, até que então você poderá usufruir dessa iguaria.

[Eater]

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