Ela foi casada com um homem que parecia ser o ideal, quando descobriu essa realidade chocante sobre ele

Não é incomum muitas pessoas, após um longo tempo e histórico de relacionamentos, encontrarem uma pessoa muito especial, que parece ser a ideal para passar o resto da vida e também criar uma família com ela.

E, claramente, isso não podia ser diferente com Judith Mawson, que descobriu em Gary Ridgway a pessoa perfeita. Porém, mesmo que pensamos que conhecemos tudo sobre alguém, podemos estar não só redondamente enganados, como inclusive, estar correndo um grande perigo de vida.

“Eu tive o marido perfeito… mas ele era o homicídio perfeito”

Judith, hoje com 67 anos, conheceu Gary Ridgway em 1985 um bar de Seattle. Ele era um homem muito bonito, com um ótimo trabalho e altamente educado, principalmente em relação às boas maneiras de tratar uma dama.  Ela se apaixonou por ele e assim eles começaram um romance, que parecia vir dos contos de fada. E por 13 anos ela ficou com Gary, sem saber que ele era, na verdade, dos assassinos mais prolíficos da América.

Nas palavras de Judith, Gary era o tipo de homem que todas as mulheres gostariam de ter: para ele nunca havia tempo ruim, ele sempre a acalmava e a fazia sorrir, todos os dias. Era gentil e também tinha um grande apetite sexual, de modo que ela jamais desconfiaria de que ele era um serial killer, que já havia matado cerca de 70 mulheres.

Ela disse à People Magazine que ela acreditou nele quando ele afirmou que certa vez o tapete da casa havia sido destruído por crianças que entraram na residência. Mas mal sabia ela que uma ex namorada dele havia sido assassinada sobre o tapete, por isso ele teria se livrado do objeto o quanto antes, por conter marcas de sangue. Judith confiou nele quando disse que estava atrasado para uma reunião sindical, mas mal sabia ela que ele bolava seus crimes da maneira mais perfeita possível.

Era uma manhã fria de novembro quando a polícia apareceu na porta da casa da família, e os véus da “vida perfeita” foram removidos. Judith descobriu que seu marido era na verdade um grande assassino e matava mulheres com quem tinha relações sexuais.

“Ele teve relações sexuais com algumas delas na cama e as matou. Eu olho para trás e penso: ‘Minha vida era real com ele ou ele simplesmente me usava?'”

Gary Ridgway, agora com 62 anos, é suspeito de assassinar mais de 70 mulheres na área de Seattle durante um período de 20 anos. Ele tinha preferência por assassinar mulheres jovens brancas, porém algumas mulheres negras também não escaparam de sua lista.

“Para ele, tanto fazia… eram todas lixo” – disse Judith.

O plano perfeito

Gary usava seu automóvel, uma Pick-Up, para realizar seus crimes. Ele parava o carro em áreas em que ficavam as prostitutas, mostrava fotos do filho e prometia a elas arrumar um emprego regular ou tornar-se um cliente regular. Então mantinha relações sexuais na traseira da Pick-Up ou as levava para a casa.

Depois de consumado o ato sexual ele as estrangulava com uma toalha, com uma corda com as próprias mãos.

O assassino depositava os corpos em matagais, beira de estradas ou também nas águas do Green River. Por isso Ridgway ficou conhecido como “o assassino de Green River”.

Essas são algumas das vítimas de Gary Ridgway:

Isso só demonstra que sempre temos de ter cuidado com quem iremos colocar dentro de nossas casas, pois nunca sabemos quando o inimigo está próximo.

Veja também: Estudo mostra que pessoas que elogiam muito podem ser verdadeiramente perigosas.

[Daily Mail]

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