É assim que esses palácios eram antes de virarem completas ruínas

O mundo está cheio de lugares históricos maravilhosos, porém muitos deles estão ruínas. Desde castelos, palácios, abadias e afins, quando vemos essas ruínas ficamos imaginando como elas eram em suas épocas, já que apesar da passagem do tempo ser generosa para algumas, para outras as mudanças são tão dramáticas que nem sequer fornecem um pano de fundo para que possamos imaginar.

Mas isso não é um problema para alguns artistas talentosos em 3D – afinal, a tecnologia atual nos permite permite vislumbrar como eram os lugares famosos no passado.

A seguir você conhecerá 7 palácios incríveis da antiguidade reconstruídos digitalmente. Veja só e vote em seu favorito nos comentários:

7 –  Palácio de Knossos, Grécia

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Esse palácio é extremamente antigo e foi construído por volta de 1700 aC. Além de sua função política, também foi projetado para ser um centro econômico e religioso da misteriosa civilização minóica.

Knossos foi destruído por volta de 1375 aC. e essas ruinas são o que restou de invasões, incêndios e terremotos por quase um século a mais do que outros complexos minóicos semelhantes.

Por aqui se encontram inúmeros afrescos impressionantes que nos ajudam a entender um pouco mais sobre a cultura minoica. Por exemplo, um deles retrata o esporte de salto de touro o que, supostamente, pode ter dado origem à lenda do Minotauro – um canibal meio homem/meio touro da mitologia grega posterior.

6 – Palácio Dungur, ou “Palácio da Rainha de Sabá”, na Etiópia

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O Palácio de Dungur fica na aldeia etíope de Aksum que no passado era a movimentada capital de um império africano que se estendia do sul do Egito ao Iêmen. Essa mansão do século VI contém aproximadamente 50 quartos, incluindo uma área de banho, cozinha e uma (possível) sala do trono.

Pouco se sabe sobre a história do próprio edifício que ganhou o apelido de “o Palácio da Rainha de Sabá” por conta de uma escultura de uma bela mulher que foi encontrada durante a escavação – o que alimentou a esperança de que os restos da verdadeira residência da rainha possam se esconder sob Dungur.

5 – Sans Souci, no Haiti

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Chamado de “Versalhes do Caribe”, esse palácio majestoso é um importante monumento à independência haitiana.

Em 1811 o general revolucionário Henry Christophe declarou-se rei do norte do Haiti. Por um lado, alguns historiadores acreditam que ele foi um ditador que forçou seus companheiros haitianos retornarem à escravidão e mergulhou a nação em uma guerra civil de 13 anos. Por  outro lado, acredita-se que ele teria sido um legislador brilhante que forjou uma colônia de ex-escravos em uma nação influente o suficiente para forçar concessões dos grandes impérios da Europa.

4 –  Palácio Ruzany, Bielorrússia

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A poderosa família Sapieha da Comunidade Polaco-Lituana construiu o Palácio Ruzany no final dos anos 1700 sobre o local em que estava seu castelo anterior.

O palácio era tão vasto que tinha um teatro que, em seu auge, empregava cerca de 100 artistas. Além disso, palácio também contava com uma famosa biblioteca e coleção de imagens.

Em 1831, o local foi arrendado à família Pines como fábrica têxtil, trazendo riqueza à comunidade judaica local. Infelizmente não só o palácio de Ruzhany, como a comunidade judaica e a independência política do local chegaram a um triste e violento fim durante a Segunda Guerra Mundial.

Hoje, a região é controlada pela Bielorrússia, que começou a restaurar Ruzany à sua antiga glória.

3 – Qal’eh Dokhtar, no Irã

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Qal’eh Dokhar foi construída como uma fortaleza durante a fundação do Império Sassânida, o último Império Persa pré-islâmico, no Irã, durante o século III. O terceiro andar da fortaleza abrigava a residência real de Ardašīr, o xá (ou rei) do império,  mas ele acabou construindo um palácio ainda maior nas proximidades.

Mesmo sendo uma fortaleza, Qal’eh Dokhtar tem a aparência magnífica de um palácio, sobretudo pela presença do chartaq iraniano – “Chartaq” em persa significa “o que tem quatro arcos” e de fato eles sustentam uma cúpula -o que se tornou uma característica importante da arquitetura tradicional iraniana.

2 –  Palácio Husuni Kubwa, na Tanzânia

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Husuni Kubwa foi construída pelo sultão al-Hasan ibn Sulaiman, na ilha de Kilwa Kisiwani. Ligando a África Oriental ao mundo árabe, essa ilha foi um dos sultanatos mais importantes da rede comercial da “Costa Swahili” e por mais de 300 anos, ouro e marfim saíram de seus portos.

Este palácio tinha mais de 100 quartos, uma piscina octogonal e uma área de embarque para carregamento de mercadorias em navios. Husuni Kubwa, juntamente com outras residências de elite Kilwa, também foi equipada com encanamento interno – tudo isso no início do século 14.

1 – Palácio de Clarendon, no Reino Unido

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Esse palácio do século XII está quase esquecido nos dias de hoje, mas possui uma história muito interessante: As ‘Constituições de Clarendon’ foram a tentativa de Henrique II de obter autoridade legal sobre os funcionários da igreja, mas em vez disso acabou em uma disputa acirrada com seu amigo Thomas Becket. Essa disputa acabou levando ao martírio do Arcebispo Beckett.

Henrique III expandiu o palácio, encomendando uma lareira esculpida e uma capela com vitrais. Por volta de 1400, Clarendon vigorava como um extenso complexo real sendo também um dos retiros favoritos dos monarcas até a era Tudor, quando o alto custo de manutenção resultou em seu rápido declínio.

Hoje, apenas uma única parede permanece em pé sobre o solo.

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