Conheça o mistério do insano e assustador hospital psiquiátrico Topeka

O Topeka State Hospital, muitas vezes chamado de Topeka Insane Asylum (O Asilo Insano), abriu suas portas em 1872 para fazer coisas terríveis e realmente assustadoras – as quais você verá ao longo dessa matéria. Por mais de 100 anos os relatos de abuso de pacientes e assassinatos viviam crescendo acerca do lugar, o que fez suas portas se fecharem em 1997, tanto por esse motivo como pela superlotação.

Durante o seu funcionamento, o hospital estadual foi infame por seu programa de esterilização forçada, uso de hidroterapia e castração para tratar a “imbecilidade”. Numerosos relatos detalham negligência, estupro e agressão nos pacientes. A coisa mais inacreditável foi que ninguém conseguiu fazer nada sobre as atrocidades dentro do hospital porque os trabalhadores e os médicos eram protegidos pelo governo do estado do Kansas. Hoje nada resta do hospital original e, enquanto muitas pessoas das redondezas afirmavam que o prédio estava assombrado, a construção foi então derrubada e removida em 2010. Todo trabalho consistiu em uma maneira de fazer com que sua história fosse esquecida por completo, não havendo vestígio algum de que esse asilo um dia existiu por lá.

Conheça o mistério do insano e assustador asilo Topeka e prepare-se para não dormir essa noite:

10 – A ala hospitalar 18

Mistérios do Mundo

Jornais do final dos anos 1800 saíram cheios de relatórios sobre os abusos que aconteciam dentro do Topeka State Hospital. Em um caso particular, uma testemunha apresentou informações sobre um paciente internado chamado Dodd. A testemunha afirmou que havia visto um atendente chutar Dodd em várias ocasiões e Dodd era muitas vezes pisoteado enquanto estava no chão e chutado.

 Às vezes, Dodd era estrangulado e, prestes a morrer, Dodd era largado. Ele foi então preso no quarto 18, com a porta trancada, e a testemunha relatou ter ouvido ruídos de agressões e um gemido dentro da sala, quando descobriu que Dodd havia sido executado ali mesmo.

Um advogado da região tentou agir contra o atendente, mas o governador de Kansas se recusou a iniciar uma investigação sobre a morte de Dodd, e o assunto foi encerrado aí.

9 – Extermínio de soldados idosos

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Em 1896, soube-se que os “soldados velhos” estavam sendo mortos nos asilos estaduais do estado de Kansas. Isso deveria ter sido um escândalo, mas em vez de serem investigados, todos os casos estavam sendo encobertos. De acordo com um relatório de um jornal, Gust Mauer, um preso no Hospital Estadual de Topeka, “foi enviado para casa [. . . ] Com dois olhos bem roxos, um nariz quebrado e o pescoço quebrado, seu corpo estava acompanhado por um certificado do superintendente dizendo que ele havia morrido de apoplexia, mas nenhum esforço foi feito para saber a verdade e evitar que outros morressem, e o superintendente ainda está no cargo. “

8 – Mortos por inanição

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Na primavera de 1911, ocorreram acusações contra o Hospital do Estado de Topeka as quais exigiam uma investigação. Elas foram feitas por funcionários anteriores e atuais sobre a condição e o tratamento dos pacientes presos no hospital.

Um jornal local imprimiu parte de uma carta que foi apresentada ao conselho: “Desejo fazer a afirmação de que John Green, paciente do Ward E, 2, ficou doente na cama por oito dias e morreu; E durante este período não recebeu comida ou remédio. Sua condição era relatada todas as manhãs e nada foi feito por ele. O corpo de Green foi levado para a sala de dissecação, o cérebro retirado e usado em uma demonstração pelo Dr. TC Biddle antes de uma aula na capela, no dia seguinte, sem o consentimento dos familiares de Green. Biddle queria demonstrar a condição de um cérebro congestionado. Os atendentes Roberts e Johnson não podiam se convencer de que a doença o matou porque sabiam que o paciente havia morrido de fome”.

7 – Tratados como lixo

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Uma testemunha de um abuso ocorrido no hospital estadual escreveu sobre um paciente chamado Mr. Smith, um ex-banqueiro. Embora a declaração não tenha dado a razão de Smith ter sido internado no hospital, seu tratamento foi completamente assustador.

Smith costumava ser visto usando algemas. Seu enfermeiro também considerou adequado andar com ele ao redor da propriedade, com uma corda amarrada ao redor do pescoço do homem. Às vezes, o enfermeiro ficava bêbado e batia em Smith sem piedade. Outra vez, o assistente amarrou Smith em uma árvore e deixou-o ali por horas. Em uma ocasião, foi testemunhado que o atendente passou uma corda sobre uma porta e puxou a cabeça de Smith até o topo da porta, estrangulando-o cruelmente como uma espécie de castigo.

Aterrorizante!

6 – Visitações restritas

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As pessoas que foram enviadas para o Hospital do Estado de Topeka muitas vezes nunca foram visitadas novamente. Era fácil esquecer os parentes e os cônjuges indesejados quando não estavam bem de saúde e, mesmo quando não, as pessoas amadas foram severamente restritas durante as visitações. Das 29 enfermarias do hospital, os visitantes só foram autorizados em quatro delas. Os pais não podiam visitar seus filhos dentro do hospital. Os amigos dos pacientes também não eram permitidos, sem direito algum de visita. O Dr. Biddle, o supervisor do hospital, afirmou que as visitas interfeririam com o tratamento dos internados.

5 – Interesses financeiros

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Em 1911, foi anunciado que uma pessoa da suposta “ouvidoria” do local estava investigando a condição financeira de todos os internados dos hospitais estaduais e dos parentes vinculados pela lei para mantê-los. O hospital Topeka queria mais dinheiro do que o que estava sendo dado pelo estado.

Na verdade, o hospital já havia começado a levar as famílias ao tribunal e havia ganhado alguns casos, até que o tribunal supremo decidiu que poderiam pedir ajuda “desde o momento da internação até o momento da morte do paciente”. O hospital queria assumir a propriedade do paciente e angariar todos os fundos necessários para “cuidar” do internado.

4 – Resolução impedida

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Dizer que ninguém estava tentando lutar contra os abusos que ocorreram no hospital seria até mesmo uma mentira. Muitos advogados tentaram assumir casos ou iniciar investigações sobre os relatos de abusos, mas eles foram sempre impedidos.

O Sr. Hanson, um advogado, tentou garantir exames de vários pacientes selecionados no hospital Topeka para comprovar os abusos. Ele não conseguiu e os pacientes foram devolvidos ao cativeiro sem receber um exame ou mesmo participarem de uma audiência. Para adicionar mais asco ao caso, o procurador-geral apresentou uma ação contra Hanson por “assediar os funcionários do estado responsáveis ​​pelo hospital estadual de Topeka e [para impedir que ele] ‘perturbasse’ os pacientes no hospital”.

3 – A insanidade aumentava

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Em 1916, houve um relatório de que a insanidade estava maior no estado do Kansas. O estado totalizou 4311 casos de insanidade, sendo 1565 dos aflitos internados no Hospital Estadual de Topeka.

Foi um grande negócio para o estado declarar alguém insano, especialmente quando o mesmo poderia tomar posse das propriedades do paciente. Por exemplo, havia um grande caso sobre o assunto em 1918: uma nativa americana de Pottawatomie foi declarada como “doente mental” e estava sendo “tratada” no Hospital Estadual de Topeka. Ela também passou a possuir uma propriedade considerável em Oklahoma. O responsável pela mulher estava encarregado da propriedade, mas Kansas queria as propriedades para “cuidar” da mulher.

Vários esforços foram feitos através dos tribunais e dos jornais para desclassificar o responsável pela mulher, alegando que o homem estava “saqueando” o imóvel quando, em vez disso, o estado do Kansas deveria ser autorizado a assumir o controle e lucrar com a propriedade.

2 – Recuperada do “incurável”

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Uma mulher de 55 anos foi colocada no Hospital Estadual de Topeka em 1932. Alegou-se que ela sofria de delírios e acreditava que seu marido estava tentando matá-la.

Depois de um ano no hospital, o médico disse que ela estava melhorando, mas ainda sofria de delírios. Após quatro anos, o médico afirmou que ela tinha uma tendência a magoar outras pessoas e não podia ser liberada. Aos nove anos, ela foi rotulada como “incuravelmente insana”.

Esse poderia ter sido o fim desta mulher, conhecida como “Sra. X “, mas um novo médico se interessou por ela. Depois de estar no hospital por 17 anos, ela ainda agia por si. Ela encorajou o novo médico a passar uma meia hora com ela todas as semanas e descobriu que com esse pouco de atenção, havia começado se acalmar. Após cinco meses desse “tratamento”, a Sra. X, com 72 anos, foi liberada e começou a trabalhar como enfermeira prática e governanta. Enquanto o “bom” médico não estava preparado para admitir que todos os pacientes reagiriam positivamente a um pouco de reconhecimento semanal, ele afirmou que os médicos devem diminuir a velocidade nas cirurgias cerebrais e tratamentos de choque administrados aos pacientes frequentemente negligenciados.

1 – Internado por engano

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John Crabb era um imigrante dinamarquês nos Estados Unidos e mal falava inglês. Ele trabalhou como uma “máquina de lavar louça” em Topeka e era conhecido por ter um temperamento explosivo.

 Uma noite em 1931, um colega de trabalho começou a bater em uma das garçonetes, que era a namorada do Sr. Crabb. Crabb fez ameaças verbais e foi levado à prisão por seu comportamento. Enquanto estava na prisão, o homem se irritou e se recusou a comer. Um “especialista” foi trazido e então rotulou como Crabb como insano. Crabb foi levado para o Hospital Estadual de Topeka, onde foi internado como “um caso incurável” por quase 20 anos. Durante seu tempo, Crabb tentou o mais difícil: o de convencer a equipe de que ele estava são, mas “uma das razões pelas quais eles achavam que ele estava louco era que ele tentava tão fortemente provar que ele estava são”. Isso fez com que Crabb se recusasse ainda mais a fazer algum trabalho em equipe.

O Sr. Crabb poderia ter morrido no hospital se não fosse por um grupo de homens de seguros dinamarqueses que souberam do caso. Eles foram às autoridades e Crabb foi testado novamente, sendo que desta vez  ele foi rotulado de são, apesar de demorar mais dez meses para que o hospital o liberasse, em 1950.

[Listverse]

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