Adolescente morre após deixar cair o celular na banheira enquanto ligava para amiga

por Lucas Rabello
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Uma garota de 16 anos tragicamente perdeu a vida após deixar seu celular cair na banheira enquanto ele estava carregando. Maria Antonietta Cutillo estava supostamente sozinha em casa na residência de seus pais em Montefalcione, no sul da Itália, quando o incidente ocorreu. Cutillo, que havia decidido tomar um banho, continuou a usar seu celular, que estava com a bateria baixa.

Segundo relatos iniciais, Cutillo conectou seu telefone a uma tomada elétrica próxima e o usou sobre a borda da banheira para ligar para um amigo. Durante a ligação, a conexão foi abruptamente interrompida, gerando preocupação na amiga do outro lado da linha, que imediatamente contatou os serviços de emergência para relatar a situação.

Ao chegarem à residência em Montefalcione, as autoridades descobriram que Cutillo havia sido eletrocutada. Acredita-se que ela tenha acidentalmente deixado o celular cair na água, fazendo com que o fio de carregamento entrasse em contato com o líquido, resultando em uma eletrocussão fatal. O corpo de Cutillo foi posteriormente transportado para o necrotério do hospital Moscati em Avellino.

Este incidente não é isolado. Em 2017, uma fatalidade semelhante ocorreu quando um homem de 32 anos em Londres foi eletrocutado após o carregador de seu iPhone entrar em contato com a água. Após esse evento, a instituição de caridade Electrical Safety First emitiu avisos sobre os perigos associados ao uso de aparelhos elétricos perto da água.

Steve Curtler, gerente de segurança de produtos da Electrical Safety First, enfatizou que, embora um telefone desconectado caindo na água não represente risco de eletrocussão, o perigo aumenta quando o dispositivo está conectado à rede elétrica. Curtler destacou que o cabo conectado a um telefone em carregamento, embora opere a 5V, está, em última análise, ligado à rede de eletricidade, dependendo do cabo e de um transformador para evitar a exposição à alta voltagem.

Curtler descreveu o ato de levar dispositivos de carregamento para o banho como um risco desnecessário, observando que condições úmidas aumentam a condutividade. A falta de roupas no banho também reduz a resistência da pele, tornando a situação particularmente perigosa. Sheila Merrill, consultora de saúde pública, ecoou as preocupações de Curtler. Ela destacou a importância da conscientização pública sobre os riscos de usar aparelhos elétricos em banheiros, apontando que as pessoas podem não considerar sempre os perigos potenciais associados aos telefones nesses ambientes.

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