7 mistérios que até hoje nunca foram completamente desvendados

Alguns mistérios já foram resolvidos pela ciência e pelos especialistas. Outros, no entanto, seguem sem respostas convincentes.

Nesta lista, você vai conferir alguns destes mistérios que até hoje não possuem uma explicação totalmente satisfatória e definitiva.

Confira:

1. Um antigo “CD” que ninguém sabe como ler.

C messier / Wikimedia Commons

O que aconteceria caso a nossa civilização fosse totalmente devastada, e ficassem para trás apenas traços da forma como nos comunicávamos atualmente? Talvez, uma nova civilização que viesse a ser formar encontrasse no futuro os nossos pendrives, HD’s e smartphones. Mas será que eles saberiam como ler estes dispositivos?

Claro, é tudo fantasia, mas algo parecido com isso vem intrigando os cientistas há um bom tempo. O chamado ‘Disco de Phaistos’ é datado de 3700 anos atrás, possui 16cm de diâmetro e tem em sua superfície uma série de gravuras e ilustrações que até o presente momento ainda não foram totalmente compreendidas.

Acredita-se que alguns dos desenhos contidos no disco façam referência a um tipo de divindade, ou força criadora, mas não se sabe até então exatamente o que seus idealizadores quiseram dizer com o disco.

2. Túmulos que “devoram” cadáveres.

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Estes túmulos, localizados na antiga cidade de Assos, que hoje pertence ao território da Turquia, possuem uma peculiaridade no mínimo curiosa: Eles são capazes de decompor cadáveres em um tempo muito mais rápido que o normal. Um corpo sepultado nestas criptas leva cerca de 40 dias para ser completamente decomposto, enquanto normalmente um cadáver passa de 50 a 200 dias no processo de decomposição.

Uma das principais hipóteses sugere que este interesse efeito ocorre por conta da presença de altos níveis de alumínio nos túmulos. No entanto, nada ainda foi comprovado neste sentido.

3. Teriam os antigos egípcios entrado em contato com o continente americano?

Rogers Fund, 1912 / Metropolitan Museum of Art   © Comfreak / Pixabay   © LoggaWiggler / Pixabay

Vestígios de coca, tabaco e haxixe foram encontrados na tumba do antigo faraó egípcio, Ramses. Várias outras múmias analisadas posteriormente também apresentaram os mesmos traços.

Essas plantas, no entanto, são nativas do continente americano, o que sugere que de alguma forma os egípcios estavam entrando em contato com a América.

4. As rochas incrivelmente esféricas da Costa Rica.

As rochas incrivelmente esféricas da Costa Rica
Rodtiko 21 / Wikimedia Commons

Também conhecido pelo nome de “Las Bolas”, estas rochas totalmente esféricas possuem mais de 15 séculos de existência, de acordo com os especialistas, e provavelmente foram feitas pelos ‘Diquis’, que deixaram de existir antes ainda da chegada dos espanhóis.

O motivo pelo qual essas bolas foram criadas, no entanto, permanece sendo um mistério.

5. Manuscrito Voynich.

Manuscrito Voynich
akg-images / EAST NEWS

O manuscrito Voynich é um livro escrita em uma língua que simplesmente não é reconhecida pelos historiadores. Mesmo os especialistas mais renomados na área de criptografia não foram capazes de decifrar o que exatamente seus textos dizem.

O que torna o manuscrito ainda mais curioso é a presença de ilustrações de plantas, árvores e frutas que não fazem parte das espécies catalogadas até hoje pela biologia.

Seu nome é dado em alusão a Wilfrid Voynich, vendedor de livros que foi responsável pela sua descoberta, em 1912. O seu propósito e o que ele quer dizer (se é que quer dizer algo) ainda não foi descoberto.

6. Rochas de Puma Punku.

Rochas de Puma Punku
WikiCommons

Estas complexas construções localizadas na Bolívia foram feitas pelo povo Tiwanaku, uma civilização que viveu antes dos Incas. O que chama tanta atenção nesta construção é o fato de ela ter sido feita com cortes lineares e relativamente grandes de pedra, o que sem dúvidas estava além da tecnologia que se acredita que os Tiwanaku tinham na época.

Além disso, eles sequer contavam com o auxílio de rodas para empurrar as pedras, já que a tecnologia das rodas foi introduzida na América do Sul pelos espanhóis.

7. A orelha da Esfinge.

Esfinge
MusikAnimal / Wikimedia Commons

O que é que a rocha localizada logo atrás da orelha da Esfinge de Gizé esconde? Existem várias teorias que tentam explicar o mistério, mas elas são tão criativas quanto fantasiosas.

Vivant Denon / The Event Chronicle

O que se conhece, no entanto, é um antigo desenho do século 19 que mostra pessoas saindo de dentro da Esfinge, a partir do topo de sua cabeça, o que indica que talvez possa haver uma segunda entrada para o interior do monumento.

Os arqueólogos, no entanto, estão convictos de que não há como entrar na Esfinge, já que sempre que tentaram fazer isso, acabaram esbarrando em algum tipo de barreira ou parede.

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