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7 descobertas arqueológicas que de fato irão causar arrepios em qualquer pessoa

Estamos para ver uma profissão tão interessante quanto a de um arqueólogo: frequentemente nos filmes eles são figuras heroicas que arriscam suas vidas e a dos membros da equipe pela busca pelo conhecimento, enquanto artefatos arcanos e armadilhas antigas aparecem misteriosamente no meio de seu caminho.

Em muitas histórias os arqueólogos abrem túmulos selados e amaldiçoados ou tropeçam nas cavernas assombradas com males indescritíveis em nome da ciência, fazendo reviver deuses antigos e entidades de mundos sobrenaturais.

Isso seria curioso se fosse verdade, mas bem sabemos que a arqueologia não é nada disso e que os profissionais gastam talvez suas vidas inteiras tentando achar as peças do quebra-cabeça da história, muitas vezes passando por situações verdadeiramente assustadoras.

A seguir você irá conferir 7 descobertas arqueológicas que de fato irão lhe causar arrepios. Veja e confirme o quão difícil é o trabalho dos arqueólogos e o quanto devemos agradecê-los por seu trabalho:

7 – A múmia gritando

 

Em 1886, Gaston Maspero, chefe do Serviço de Antiguidades Egípcias, estava trabalhando como sempre, retirando múmias de seus sarcófagos, desenrolando-as, e fazendo todo o seu trabalho rotineiro, quando encontrou uma “caixa” enterrada inusitadamente simples.

Ao contrário dos reis e rainhas com quem ele trabalhava durante a maior parte de sua carreira, esta caixa particular não forneceu nenhuma informação sobre a identidade da mesma e do que havia em seu interior.

O corpo que estava ali dentro estava envolvido em pele de carneiro, o que era considerado impuro pelos antigos egípcios. Quando ele finalmente descobriu essa informação, Gaston também descobriu que as mãos e os pés do cadáver tinham sido amarrados por algum motivo indescritível. E então, revirava o corpo, se deparou com esse rosto assustador “gritando” para ele.

A múmia foi batizada de “O Homem Desconhecido”, e acredita-se que ele tenha morrido por envenenamento.

6 – Vikings sem cabeça mortos em massa

 

Os arqueólogos estavam escavando uma estrada velha em Weymouth, em Dorset, Inglaterra, no mês de junho de 2009, quando de repente encontraram algo definitivamente assustador: esqueletos de 54 homens com 51 crânios, separadamente. Depois de muitas análises constatou-se que todos os mortos eram do sexo masculino, tinham vivido durante a Idade Média entre os séculos 5 e 10 e faziam parte da tribo Viking.

Todos eles teriam sido executados ao mesmo tempo pelos anglo-saxões durante um conflito armado.

5 – Horror no Monte Owen

Uma equipe de arqueólogos embarcou em uma expedição interessante na Nova Zelândia, no ano de 1986, a fim de estudar as formações rochosas no Monte Owen.

Surpreendentemente, eles esbarraram em uma espécie de “garra” gigante que, depois das análises, foi descoberta ser os restos mumificados de um pássaro gigantesco (Megalapteryx didinus), extinto há muitos séculos.

A garra do moa, espécie do pássaro, foi descoberta em 1839 por John Harris e posteriormente estudada pelo paleontólogo Richard Owen, que conseguiu catalogar a espécie do pássaro.

4 – A tumba dos crânios soltos

Em 2009 foi descoberta uma tumba com mais de 8.000 anos de idade na costa leste do lago Vättern, sudeste da Suécia.

Quando os arqueólogos descobriram os crânios, a equipe ficou horrorizada ao encontrar todos eles perfurados, os quais pertenciam a homens, mulheres, crianças e inclusive bebês. Estima-se que os onze crânios encontrados datam da Era Mesolítica e provavelmente eram parte de algum ritual macabro.

3 – Ossos de bebê encontrados

Como se não fosse bastante chocante encontrar quaisquer tipos de ossos humanos, em 1988, uma equipe de escavações da Universidade de Harvard decidiu explorar o sistema de esgoto  de uma cidade da era romana chamada Ashkelon. Durante a pesquisa, os arqueólogos encontraram pequenos ossos, os quais acreditavam pertencer a pequenos animais. Entretanto, mais tarde descobriu-se que eles se tratavam de ossos humanos – ossos de bebês, por sinal.

O total era de 100 ossos e as crianças eram recém nascidas e supõe-se que eles eram filhos de prostitutas, que os abandonavam para a morte.

2 – As pessoas do pântano

O chamado Tollund Man (400-300 a.C.), junto com outros corpos no mesmo estado, foi encontrado em 1952 na Península de Jutlandia, Dinamarca (1950) pelos trabalhadores de turfa Viggo e Emil Højgaard.

Eles se encontravam nus deitados em posição fetal, com um laço feito de pele animal firmemente preso ao pescoço.

Acredita-se que as pessoas tenham morrido estranguladas como parte de um ritual, sendo várias de suas partes muito bem preservadas. As pessoas do pântano estão agora em exibição no Museu de Pré-História de Moesgård em Aarhus, na Dinamarca.

1 – Guerras químicas do passado

Em 1933, o arqueólogo Robert du Mesnil du Buisson estava conduzindo uma escavação em Dura-Europos, na Síria, quando encontrou os corpos de 20 soldados romanos.

Após análises minuciosas, uma chocante descoberta veio à tona: os antigos já tiveram uma guerra química. A evidência mostrou que os persas tinham armado a estratégia de guerra a partir de escavações onde bombeariam gases tóxicos de cristais de betume e enxofre.

Isso matou os soldados romanos em questões de minutos, ao mesmo tempo em que os antigos acreditavam que a química lançada no local era um caso de possessão sobrenatural. [Cracked]

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