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6 superpoderes bizarros que você não sabia que seu corpo tinha

O corpo humano sem dúvida não possui diversas características legais, ao contrário de muitos outros no reino animal. Não podemos voar, não temos um mecanismo para nos mantermos vivos debaixo d’água e não somos particularmente fortes, embora tenhamos cérebros grandes. Isso pode nos dar uma vantagem sobre outras criaturas menos inteligentes, é claro, mas não possuímos nenhuma habilidade especial que nos diferencia.

Com o avanço da ciência, entretanto, estamos lentamente percebendo que os humanos já podem fazer muitas coisas impressionantes que normalmente associamos com superpoderes. Confira alguns deles:

6 – Ganhamos um esqueleto completamente novo a cada dez anos

© Shutterstock

Você tinha alguma ideia que seus ossos atuais não são os mesmos com os quais você nasceu? E nem mesmo são os ossos que você tinha dez anos atrás. Sim, alguns de nós trocam de esqueletos com mais frequência do que trocamos de colchão.

Através de um processo conhecido como “remodelação”, seu esqueleto se regenera completamente ao longo do tempo. A cada década, basicamente, você recebe um “upgrade” no corpo inteiro e nem precisa se ausentar durante a reforma! Como um bom engenheiro civil, nosso corpo tenta equilibrar os processos de remoção e substituição óssea para que nossa estrutura esquelética permaneça forte e não colapse. À medida que envelhecemos, todo o processo de remoção/substituição se torna mais difícil, o que leva a problemas como enfraquecimento ósseo e osteoporose.

5 – Seu corpo emite um pouco de luz

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Um grupo de cientistas japoneses descobriu que os seres humanos brilham no escuro. Usando câmeras tão sensíveis que podiam detectar até mesmo um único fóton, os pesquisadores fotografaram voluntários em uma sala completamente escura ao longo de vários dias. O resultado observado foram as primeiras imagens de fótons “ultra-fracos” emitidos pelo corpo humano (obviamente, muito fraco para ser detectado a olho nu).

Nossos lábios, bochechas e testas emitem mais luz do que outras áreas mais quentes, enfatizando ainda mais que emitimos luz, não apenas calor. Nossos fótons fracos parecem manter um horário também. Nós brilhamos mais forte no final da tarde e aos poucos diminuindo até os níveis mais baixos no final da noite.

Mas o que causa todo esse brilho? São as mesmas reações metabólicas que fazem com que as moléculas vibrem e se acendam em outros animais – só que não muito no nosso caso.

4 – Seu umbigo contém uma selva de bactérias não conhecidas

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Ninguém espera que um umbigo seja um ambiente livre de germes, certo? Dito isso, até mesmo os pesquisadores ficaram horrorizados com a quantidade e os tipos de bactérias que vivem dentro de nossos umbigos.

Mas de quantas bactérias estamos falando para chocar um cientista? Nos primeiros 60 umbigos testados, os pesquisadores encontraram 2.368 espécies diferentes de bactérias, das quais 1.458 não eram conhecidas. Se aplicarmos esses números à população geral, isso significa que você provavelmente tem pelo menos um tipo de germe que ninguém nunca ouviu falar vivendo em sua barriga agora. O número médio de espécies bacterianas presentes nos umbigos testados foi de cerca de 67, o que torna o seu umbigo a versão germinativa de uma floresta tropical.

3 – Mais de 90% do nosso DNA é lixo misterioso

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Parece que o DNA é como uma assinatura de TV a cabo realmente cara – cheia de coisas, mas a maioria descartável. Os cientistas têm quebrado a cabeça há décadas tentando entender o quanto do nosso DNA realmente importa e o quanto é meio que… inútil. Bem, de acordo com uma equipe de pesquisadores de Oxford, apenas 8,2% do nosso DNA é funcional ou contribui de alguma forma para o funcionamento de nossos corpos. Os outros 91,8%, até onde sabemos, ficam lá sem fazer absolutamente nada, como um bando de aproveitadores microscópicos.

Os pesquisadores chegaram a esse número comparando o DNA humano com o DNA de outros mamíferos. A lógica é que, se a evolução decide manter algum material genético quando uma espécie se divide em várias, é porque serve a algum propósito e não surge apenas “de bonito”.

Então… como isso tudo surgiu e o que é exatamente? Em resumo, ninguém sabe. Alguns cientistas insistem que o “DNA lixo” é um mito e que simplesmente ainda não entendemos o que todas essas sequências genéticas aparentemente inúteis realmente fazem.

2 – Você pode “estar em falta” de alguns músculos

© Wikimedia Commons          © Shutterstock

Quando pensamos sobre nossos corpos, a maioria de nós presume que somos o “modelo padrão”. Claro, os toques finais são diferentes – existem diferentes tons de pele e características faciais, por exemplo. Mas em um nível mais básico, somos todos seres humanos genéricos, certo?

Só que não. Há muito mais variedade na construção humana do que você imagina, particularmente quando se trata de músculos. Por exemplo, há cerca de 50% de chance de uma pessoa nascer sem o músculo palmar longo em um ou ambos os braços. Não é um músculo que os humanos precisam (mais), então talvez você nem perceba que o tenha.

Há um punhado de outros músculos que você pode ou não ter, dependendo de quais partes a fábrica estava de folga no dia em que você foi montado. Cerca de 8% da população não possui o músculo piramidal, que normalmente fica pendurado na parede do abdome. Entre 7 a 20% não possuem um músculo plantar, que se encontra ao longo da parte de trás da sua panturrilha. Mais estranho ainda é que apenas cerca de 8% dos humanos têm um músculo no peito chamado esternal, algo que médicos não estão muito acostumados a ver.

1 – Mulheres incorporam células de seus filhos, tornando-se “micro-quimeras”

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Quando as pessoas dizem que ter um filho muda você, elas geralmente falam sobre a nova rotina e as noites mal dormidas. Mas ainda mais profundamente para uma mãe, ter um filho literalmente a muda em um nível celular. E para sempre.

Você provavelmente já ouviu de esquisitices genéticas chamadas quimeras – pessoas que contêm dois conjuntos de DNA, geralmente depois de absorverem seus gêmeos enquanto estavam no útero. Embora esse cenário seja extremamente raro, vários estudos mostraram algo muito mais comum: mulheres que incorporam células de crianças que carregam. Um estudo de 2014 descobriu que 70% das 272 mulheres estudadas tinham células masculinas vivendo em seus corpos, anos depois de terem filhos. Enquanto isso, 37 das 59 mulheres em outro estudo tinham células masculinas em seus cérebros, em alguns casos décadas depois de darem à luz.

A ciência chama essas mulheres de “microchimeras”. E esses números não incluem incorporações celulares de filhas, já que é mais fácil identificar os cromossomos Y em um corpo XX. [Cracked]

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