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6 práticas japonesas que se originaram de costumes ocidentais

#6. Pornografia com tentáculos

A exportação quase exclusivamente japonesa de “pornografia com tentáculos” tornou-se um dos destaques que ilustram o quão bizarro o Japão pode ser. Devemos nos lembrar que nudez nunca foi tabu na cultura japonesa, era uma forma tradicional de mídia visual, sem violação de qualquer tipo de código social. Foi somente no século 19, quando a moralidade ocidental chegou ao Japão, que o governo japonês decidiu reprimir tais práticas, a fim de mostrar ser totalmente um país civilizado: hoje é lícito cenas íntimas diante das câmeras, mas qualquer exibição dos órgãos genitais é estritamente proibida. Portanto, os órgãos genitais são pixelizados, entrando em cena os monstros com tentáculos.

#5. Cultura consumista

Nós todos sabemos que o Japão aprecia tecnologia. Na maior parte da história do Japão, a riqueza e o consumismo eram desprezados. Comerciantes e capitalistas sempre foram tradicionalmente considerados o degrau mais baixo da sociedade. Pressionados pelos EUA, os japoneses optaram pela industrialização. Em questão de poucas décadas transformaram sua sociedade feudal em um império industrial, logo tornando-se uma das dez principais nações industrializadas do mundo. A obsessão por recursos para alimentar a indústria japonesa geraria ao Japão a péssima decisão de atacar os EUA.

# 4. Filmes com monstros gigantes

Os japoneses amam alguns monstros gigantes. É realmente um gênero de filme, chamado Kaiju. Godzilla é o exemplo mais famoso. Os filmes de terror visam bater na tecla que a sociedade realmente tem medo. Então, quando o diretor Ishiro Honda precisava de um monstro para o seu projeto, ele veio com algo que refletia o terror de um ataque nuclear: um mutante que foi criado por teste nuclear, Godzilla era uma força de destruição pura. Posteriormente foram criados também Rodan, o pterodáctilo nuclear gigante, e Mothra, a mariposa nuclear gigante.

# 3. Obsessão por calcinhas

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Você já ouviu falar que o Japão tem máquinas automáticas que vendem calcinhas usadas, certo? Isso é realmente verdade, e realmente estranho. Com a influência dos EUA, japoneses começaram a aderir tendências ocidentais, que incluíam roupas íntimas femininas. Após a Segunda Guerra Mundial, as únicas mulheres que poderiam dar ao luxo de usar calcinhas de estilo ocidental eram prostitutas de alta classe, pois eram extremamente caras. Durante os primeiros anos, as roupas íntimas femininas eram quase exclusivamente relacionadas com a sexualidade, assim um fetiche cultural estava nascendo.

# 2. Indústria baleeira

Os japoneses continuam a matar um número excessivo de baleias em nome da “pesquisa científica”. Tradicionalmente uma sociedade baseada em pesca, caça a baleias é apenas uma extensão da prática, mas a carne de baleia nunca foi o foco. Após a segunda Guerra, o general Douglas MacArthur, líder dos ocupantes americanos no Japão, prestativamente sugeriu que a resposta à escassez de alimentos estivesse prestes a assumir uma indústria baleeira de grande escala. Desde então, baleia tornou-se um fator notável na dieta japonesa.

# 1. Trabalhar até a morte

Um dos estereótipos mais bem estabelecidos sobre os japoneses é que eles trabalham muito. Se dedicam tanto que há uma palavra real em japonês, Karoshi, que significa especificamente uma morte causada por excesso de trabalho. Felizmente, em 1950, a libertação do Japão da ruína econômica veio na forma de um estatístico americano chamado W. Edwards Deming, com um estilo único de gestão de empresas que incidiu sobre a melhoria perpétua: incentivando o trabalho árduo. O ciclo Deming era palestrado e o transformou em um heroi de corporação japonesa. Os japoneses têm um profundo respeito pela antiguidade, por isso é extremamente indelicado ir para casa antes de seu chefe.

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