5 lugares onde os habitantes estão unidos por um grande segredo

Pode não parecer, mas existem locais inacreditáveis ​​no mundo onde tudo pode parecer estranho para a gente: desde as pessoas, as roupas que elas usam, os costumes, a cultura em geral, etc.

Agora, imagine só locais tão extraordinários em que os habitantes possuem um segredo em comum? Parece algo de conto de fadas, não é mesmo? Mas não é, e a realidade pode ser muito mais interessante. Veja só:

5 – O povo Pirahã – a tribo mais feliz do mundo

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Há uma tribo da Floresta Amazônica no Brasil que é chamada de “a tribo mais feliz do mundo”.

Os membros da tribo não sabem contar e sabem apenas dois números – “alguns” e “muitos” e duas cores – “escuro” e “claro”. Eles não conhecem datas nem calendários; fazem 1-2 refeições ao dia e dormem de algumas vezes por dia por 20 minutos, pois acreditam que dormir por um longo tempo as priva de poderes.

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Na tribo há apenas 3 graus de um relacionamento: bebê, pais e irmãos. Não há hierarquia, conceito de propriedade privada e, consequentemente não há roubo ou crime.

Eles fazem roda de canto e dança e acreditam que os sonhos são muito importantes, assim como a realidade. Uma vez em sete anos, eles mudam de nome e levam uma vida ao ar livre.

4 – Cândido Godói – a Terra dos Gêmeos

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Parece que o Brasil é realmente um lugar inusitado: conheça Cândido Godói, um local famoso pelo alto número de gêmeos nascidos.

Em Cândido Godói, 80 famílias criam 44 duplas de gêmeos, sendo que a maioria das famílias se mudou para cá da Alemanha durante a Primeira Guerra Mundial. No início dos anos 90, esse fenômeno incomum atraiu a atenção dos jornalistas: as autoridades locais adoraram o interesse do mundo e chamaram o local de “Terra dos Gêmeos”, até mesmo abrindo uma exposição no museu e instalaram uma estátua de fertilidade.

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Os cientistas possuem diferentes teorias para explicar esse fenômeno, incluindo a influência de água especial, o isolamento da região e também os experimentos genéticos do médico nazista Josef Mengele. Os moradores dizem que ele viajou pela região disfarçado de veterinário. O estranho é que foi nessa época que houve uma grande explosão em nascimentos de gêmeos.

Apesar de tudo ser bacana nessa cidade, há um pequeno problema: os professores locais têm dificuldade em separar os alunos gêmeos durante as aulas.

3 – O Reino dos Pequenos, China

© UPI

Existe um reino mágico de anões perto de Kunming, criado por Chen Mingjing. Chen convidou pessoas com nanismo de todo país para que se mudassem para lá e hoje, a população deste lugar é de cerca de 125 pessoas entre 19 a 48 anos.

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Neste local as pessoas usam roupas festivas de gnomos, anjos, elfos, princesas e guardas e suas casinhas são em forma de árvores ou de cogumelos gigantes. Os móveis deles são sob medida e todo mundo se encanta com eles, sendo que ninguém ri deles pelas costas.

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No local todo mundo tem emprego e lazer, sendo que também trabalham com performances e passeios para turistas. Os moradores dizem estar muito felizes, com uma infraestrutura inclui uma escola, um hospital, supermercados, cafés e uma floricultura.

2 –  A ilha dos centenários

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Nesta ilha, a pessoa mais jovem tem cerca de 90 anos, já que a maioria da população beira os cem. O segredo dessa longevidade está no paraíso da natureza da ilha no Mar Egeu: é impossível não ter bons pensamentos e sentimentos aqui!

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A ilha tem quase dez mil habitantes amigáveis. Para se ter ideia, Stamatis Moraitis (na imagem acima) veio dos EUA para passar seus últimos dias aqui, já que os médicos lhe deram apenas 9 meses de vida.  Moraitis se mudou para a terra natal com sua família em 1976 e vive uma vida feliz há quase 37 anos.

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1 – A tribo vaDoma – o povo avestruz

© wikimedia

As pessoas dessa tribo têm uma anormalidade genética de seus pés chamada ectrodactilia, que resulta ausência de três dedos do meio, o que lhes rendeu o apelido de “pés de avestruz”.

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Os cientistas acreditam que a razão por trás dessa anormalidade poderia se esconder nas antigas leis que proibiam casamentos fora da tribo.

Apesar da diferença, eles nunca se viram como “diferentes” ou incapazes de fazer qualquer atividade, inclusive caminhar bastante.

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