5 dos mais macabros métodos de tortura

A tortura tem sido uma realidade brutal para muitas pessoas. Mas o fato mais perturbador sobre a brutalidade da tortura não é a sua existência em si, mas sim a forma como há pessoas que a fazem com um sentimento pervertido de criatividade (e até mesmo de prazer) na criação de dispositivos destinados a infligir dor.

Aqui estão os nossos 5 “não tão favoritos” métodos de tortura que as pessoas criaram e usaram no passado (e um passado não tão distante).

5. O Banco dos Tigres

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A China realmente odeia os praticantes de Falun Gong, uma espécie de disciplina espiritual utilizada pela primeira vez em 1992. Desde o início, muitos seguidores de Falun Gong foram brutalmente punidos. Uma forma de tortura que era bastante utilizada era um dispositivo chamado “banco do tigre”. Colocava-se o prisioneiro sobre um banco longo – que permitia que suas pernas ficassem estiradas, com uma tábua contra suas costas e a cabeça (da forma que se mostra na imagem). Era utilizado para torcer as pernas e os braços das vítimas até quebrar os ossos ou romper as articulações.

4. O telefone Tucker

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Se você acabasse na prisão durante a década de 1960, o último lugar que você gostaria que te enviassem era para o presídio Tucker State, no Arkansas, EUA. Na década de 1960, os médicos da prisão começaram a utilizar um dispositivo de tortura em alguns dos prisioneiros mais rebeldes. Ele ficou conhecido como “telefone Tucker”.

Enrolava-se o fio terra em torno do dedão do prisioneiro e o outro fio (que administra a corrente elétrica) era aplicado aos órgãos genitais. A manivela do telefone seria então girada, fazendo com que uma corrente elétrica se disparasse contra o corpo do prisioneiro. Muitas vezes, a vítima sofria depois de efeitos permanentes, principalmente danos aos órgãos genitais e insanidade.

Este método foi finalmente banido na década de 1970.

3. Strappado

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O strappado foi usado pesadamente durante o Renascimento, e parece ter experimentado um ressurgimento durante o último século. Muitas pessoas agora o conhecem como “suspensão palestina”, uma forma de tortura onde o prisioneiro é pendurado pelos braços, que ficam presos atrás de sua cabeça, fazendo com que os braços sejam lentamente arrancados de suas bases do ombro graças ao peso do corpo. Quando o prisioneiro finalmente se cansa, eles não conseguem se segurar em posição vertical, seus corpos vão para frente e a respiração fica prejudicada.

2. A Câmara de Tortura Síria

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O próximo não tem um nome oficial, mas não é menos horrível por isso. Muitas vezes, ainda é usado pelo governo sírio. Os prisioneiros são levados para uma sala escondida que contém dentro uma caixa muito pequena para a pessoa se deitar. O prisioneiro é então colocado na caixa e forçado a deitar-se em posições desconfortáveis ​​por longos períodos. Para tornar as coisas ainda piores, a caixa fica inclinada e levemente elevada, então cada vez que a comida – geralmente um ovo cozido – é jogada na caixa, rola para o fundo, onde fica, provocando o detento.

1. A cadeira alemã

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A Síria se manteve em uma guerra civil por um longo tempo, e com a guerra, veio a tortura. Uma forma de tortura utilizada habitualmente pelo governo sírio contra os rebeldes era chamada de “cadeira alemã”. Quando um fugitivo era capturado, ele era colocado em uma cadeira de metal. Suas pernas e braços ficavam presas ao assento, enquanto a parte de trás da cadeira era puxada para trás e para baixo em direção ao chão. Isso causava um estresse severo na coluna vertebral, pescoço e outros membros, causando danos permanentes. Basicamente, se as costelas não quebrassem, você não era um humano comum.

Joseph Hallit conhece muito bem a cadeira alemã. Em 1992, as forças sírias capturaram Hallit logo após ter obtido seu diploma de medicina da Universidade de Damasco. Durante quatro anos, ele foi mantido preso e isolado e torturado.

A brutalidade mais grave pela qual passou foi essa, a cadeira alemã. Ele diz que sua carne estava rasgada tão profundamente que, ao ser esticada, chegava a ver seus nervos. Até hoje, ele ainda tem cicatrizes de 3 centímetros graças a essa tortura desumana.

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