15 fatos estranhos sobre o Egito antigo que podem que irão surpreender qualquer historiador

A história do antigo Egito está repleta de teorias e especulações sobre eventos históricos, como governantes foram mortos e sobre o dia a dia dos antigos egípcios. Embora o Egito ainda seja um enigma para a maioria de nós, algumas perguntas foram respondidas depois que alguns túmulos foram descobertos.

E é claro que algumas respostas bizarras foram encontradas. Veja só 15 fatos estranhos sobre o Egito antigo que podem que irão surpreender qualquer historiador:

15 – O batom deles era feito de insetos esmagados

O ácido carmínico vermelho extraído de cochonilhas ou de insetos costumava ser usado como componente de maquiagem. No entanto, as mulheres modernas, ao contrário de Cleópatra, não precisam extrair o corante carmim para produzir maquiagem.

14 – Os faraós usavam escravos como isca para se livrar das moscas

As moscas estragaram as vidas dos antigos egípcios ainda mais do que agora. Hoje, usamos diferentes sprays e cremes repelentes, mas o rei Pepi II cobria escravos com mel para servir de isca, afastando as moscas dele.

13 – As pessoas decoravam tumbas como casas e levavam comida para lá

Os egípcios davam muita importância à vida após a morte. Eles acreditavam que após a morte, uma pessoa continuava vivendo outra vida e precisava de todas as coisas que tinham antes de serem mumificadas. Eles colocavam produtos de maquiagem, utensílios, alimentos, bebidas e até mesmo animais favoritos e escravos em seus túmulos.

12 – Faraós sofriam de obesidade

Em muitas fotos do antigo Egito, podemos ver pessoas magras e em forma. Mas os cientistas realizaram uma análise de raios X em múmias e concluíram que essas representações em desenhos estão longe da realidade: os egípcios ricos, especialmente os faraós, eram na verdade obesos e não eram saudáveis. Alimentos prejudiciais enriquecidos com carboidratos e gorduras saturadas e álcool contribuíram para a obesidade e problemas de saúde.

11 – Havia alta demanda de proctologistas

Como sabemos, os egípcios tinham ótimos remédios, considerando seus recursos naquela época. Havia especialistas em diferentes áreas, como dentistas, oftalmologistas e cirurgiões, por exemplo. Mas os proctologistas foram os médicos mais populares. Não é de se surpreender, considerando o fato de que os faraós e os ricos passavam muito tempo comendo e bebendo. Eles precisavam de enemas (que foram inventados no Egito) e enteroclysis regularmente. Alguns proctologistas também eram dentistas e cuidavam da saúde do trato digestivo do faraó “de ambos os lados”.

10 – Homens usavam maquiagem

Tanto mulheres como homens usavam produtos de maquiagem no antigo Egito. Eles tinham 3 razões para isso. Primeiro é que a maquiagem protegia a pele do sol. Segundo, eles acreditavam que os deuses Rá e Hórus eram gentis com aqueles que aplicavam maquiagem. Em terceiro lugar, acreditava-se que a maquiagem podia curar. E, nesse último caso, concordamos parcialmente. Um delineador contendo chumbo ajudava a combater a conjuntivite. Porém e infelizmente, o chumbo e o cinábrio (sulfeto de mercúrio) causavam mais danos do que benefícios.

9 – As crianças não usavam roupas até a adolescência

Crianças não usavam roupas nem sapatos. Para evitar piolhos, os pais raspavam suas cabeças, deixando uma pequena trança. Garotos e garotas calvas ficavam nus e usavam apenas tornozeleiras, pulseiras e colares.

8 – Os egípcios tinham “casamentos teste”

No Egito Antigo, o casamento era indocumentado. O casal simplesmente começava a viver junto. No entanto, os casais ricos costumavam elaborar contratos descrevendo as consequências financeiras do divórcio. Alguns contratos chegavam a afirmar “a validade do casamento”. Assim, nos casos em que os parceiros não se davam bem ou um deles era infértil, eles poderiam se separar sem problemas.

7 – A maioria dos homens tinha “períodos”

Os egípcios acreditavam que os homens também tinham períodos. Se não houvesse sangue na urina de um homem, ele era considerado doente. A questão é que a maioria dos egípcios sofria de esquistossomose, uma doença parasitária disseminada ao entrar em contato com água fresca e infectada. A esquistossomose crônica pode levar à anemia, infertilidade e até a morte.

6 – Julgamentos precipitados

Apesar de um sistema legal bem desenvolvido, havia uma regra declarando que uma pessoa acusada era culpada até provar o contrário. Para saber a verdade, uma pessoa acusada, bem como testemunhas, eram torturadas. A propósito, o acusado não tinha advogados.

5 – Uma estátua costumava decidir o que fazer com uma pessoa acusada

Em 1550 a.C. a 1069 a.C., sacerdotes começaram a interferir nos processos judiciais e, quando os juízes achavam difícil aprovar uma sentença, eles pediam ajuda das estátuas dos deuses. Dois papiros eram colocados na frente da estátua e ela apontava para um deles, decidindo o destino da pessoa acusada. De fato, padres costumavam manipular os movimentos das estátuas para ganhar subornos.

4 – Eles nunca conseguiam escapar de todos os insetos

Insetos diferentes como moscas, piolhos, pulgas, percevejos, mosquitos e gafanhotos estragavam a vida das pessoas mais do que os animais selvagens. As pessoas tentavam lutar contra eles com a ajuda de óleos, ervas e pós. Para se livrar dos piolhos, eles raspavam a cabeça. Infelizmente, não havia solução contra gafanhotos. Uma grande quantidade deles poderia destruir todas as plantas e deixar milhares de pessoas sem comida.

3 – Anões desfrutavam de privilégios

No antigo Egito, o nanismo era considerado um presente dos deuses, de modo que anões desfrutavam de muitos privilégios. Eles ocupavam altos cargos no trabalho, eram assistentes pessoais e guardiões de joias e trabalhavam apenas para a Família Real durante a Primeira Dinastia.

2 – As pessoas aplicavam desodorante em corpos sujos

Clima quente, falta de oportunidades e trabalhos físicos pesados deixavam as pessoas com mau cheiro. Elas usavam dois métodos incomuns para combater esse problema: primeiro, raspavam a cabeça regularmente (acreditavam que era o cabelo que trazia o odor). Em segundo lugar, usavam desodorantes contendo diferentes ingredientes como agulhas de pinheiro, canela, frutas cítricas, flores e até ovos de avestruz. As pessoas faziam bolas e as mantinham em suas axilas. Materiais com cheiros fortes auxiliavam a disfarçar o odor corporal por um determinado período de tempo.

1 – Homens molestavam mulheres nas ruas

Segundo Heródoto, no antigo Egito, os homens atraíam a atenção das mulheres assobiando. Ele descreveu o evento de homens que estavam em barcos a caminho de uma cerimônia sagrada realizada em um templo. Eles tiravam as roupas e assobiavam para as mulheres, mas não havia punição por assédio na época.

[Bright Side]

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