13 fatos sobre o Japão que podem impressionar qualquer estrangeiro

O Japão é um país que se destaca entre os demais por suas peculiaridades culturais e pelo estilo de vida particular que os japoneses vivem. Nessa lista, você vai conhecer uma série de fatos sobre a vida no Japão.

Confira:

1. As crianças aprendem cedo a cuidar da limpeza.

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Se em outros países, como o Brasil, muitas vezes os indivíduos não sabem respeitar o meio ambiente e o local onde vivem, no Japão a limpeza é levada bastante a sério. As pessoas aprendem ainda crianças a preservar a limpeza dos ambientes, e isso ficou bastante evidente na Copa do Mundo de 2014, no Brasil, quando a torcida japonesa limpava o espaço que ocupava nos estádios após os jogos.

2. Algumas pessoas simplesmente “evaporam”.

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Trata-se de um conceito sobre o qual muitos japoneses não gostam da falar, mas o fato é que as pessoas deste país levam o “respeito social” a sério até demais, provocando uma sensação de fracasso em situações como desemprego, reprovações e divórcios. Trata-se de um problema social, uma vez que muitos japoneses não suportam o peso destes momentos e acabam cometendo suicídio ou simplesmente desaparecendo completamente. Não é incomum, por exemplo, que mesmo a família e a polícia deixe de procurar pelo desaparecido, que passa a ser dado como falecido.

Muitos, por exemplo, se escondem em cidades afastadas, fugindo do contato com antigos amigos e familiares, e buscando um recomeço em um lugar totalmente diferente.

3. O mangá é uma paixão nacional.

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A cultura dos mangás é bastante conhecida fora do Japão, e como não poderia ser diferente ela é extremamente presente por lá. Estima-se que aproximadamente 2 bilhões de cópias de mangás sejam vendidas todos os anos no Japão, o que faz com que o país gaste mais papel produzindo os quadrinhos do que papel higiênico.

4. Famílias de aluguel.

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O dinheiro não compra tudo, e uma das coisas que costumamos dizer que não está à venda é o amor e a felicidade de viver ao lado de uma bela família. No entanto, no Japão algumas pessoas realmente pagam para pelo menos fingir que vivem uma vida feliz. Existem agências que oferecem atores profissionais que fingem ser amantes, esposas, maridos, e possuem até mesmo crianças e bebês que atuam como “filhos de aluguel”.

Em uma das histórias mais bizarras envolvendo este tipo de agência, um japonês chegou a gastar 18 milhões de dólares para contratar 50 atores para uma festa de casamento.

5. Também existem atores que são contratados para se desculpar de alguém.

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Além de atores que podem fingir ser parte da sua família, no Japão você pode contratar uma pessoa (normalmente um psicólogo) para lhe ajudar a pedir perdão a alguém por algo que você tenha cometido. Essas agências cobram valores que variam de acordo com a peculiaridade da situação, e fazem sucesso já que muitos não sabem como (ou não querem) lidar com situações embaraçosas.

6. Prato “incomum” para o Natal.

O que você costuma comer no Natal na sua cidade? Bem, no Japão muitas pessoas se aglomeram em filas para comer nos restaurantes do Kentucky Fried Chicken, o famoso KFC. O frango frito curiosamente é um dos pratos preferidos dos japoneses nesta época do ano, e as filas no KFC podem chegar a um tempo de espera de até 2 horas.

7. “Sala do Tédio”.

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Em grande parte dos países ocidentais, os funcionários que deixam de ser produtivos ou cujas posições tenham sido extintas costumam ser demitidos. Entretanto, no Japão as leis trabalhistas são bastante pesadas para os empregadores, fazendo com que eles tenham de pagar até 50x o salário de um mês para um funcionário que seja mandado embora antes do fim do contrato.

Para não precisar pagar essas quantias, muitas empresas apostam nas “salas do tédio”, onde os funcionários são convidados a fazer atividades “inúteis” para a empresa, como assistir vídeos on-line e ler uma série de livros, digamos, pouco interessantes. No final de cada dia de expediente, esses funcionários são convidados a preencher um relatório sobre o que fizeram.

A maioria das companhias nega, mas a verdade é que o propósito principal por trás disso é fazer com que o funcionário sinta-se incomodado com suas atividades e opte por sair por conta própria.

8. O conceito de “etiqueta” não é o mesmo.

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No Brasil, bem como em outros países ocidentais, temos uma série de regras de etiqueta à mesa para as quais muitos prestam atenção na hora de comer. Uma delas é evitar os sons produzidos ao puxar a massa com os lábios, por exemplo. No Japão, onde vários pratos envolvem o uso de massas, esse hábito não é visto como um sinal de má educação, e praticamente todos os japoneses fazem isso sem se importar.

9. No Japão você pode pagar para receber carícias de alguém.

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Não estamos falando de carícias íntimas… No Japão muitas pessoas acabam pagando para se livrar da solidão e para receber carinho de alguém. Por mais triste que possa parecer, algumas pessoas pagam entre o equivalente a quase R$ 100 para passar um tempo deitado ao lado de alguém, recebendo um cafuné ou dormindo no colo de uma garota.

10. Clube de “testadores” de produtos.

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No Japão, se você tem mais de 16 anos de idade e está disposto a arcar com uma anuidade de aproximadamente 9 dólares, você pode entrar para um clube de “testadores” dos mais variados produtos. Com esse “título”, ao visitar certas lojas você pode experimentar uma série de produtos por um preço muito menor do que o valor original.

11. As pessoas realmente trabalham demais.

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Os japoneses são um belo exemplo do conceito de “workaholics”. Eles trabalham tanto que não é raro ver um funcionário dormindo em sua mesa ou local de trabalho – e existe até mesmo um termo para isso: ‘inemuri’. Além disso, as mortes por exaustão no trabalho são relativamente comuns, e são chamadas de ‘Karoshi’.

12. Máquinas de vendas para absolutamente tudo.

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Se no Brasil as máquinas de vendas se restringem a refrigerantes e cafés, no Japão você pode encontrar máquinas vendendo praticamente qualquer coisa: ovos, brinquedos, sapatos, gravatas, etc.

13. Clubes “kyabakura”.

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Os “kyabakura” são clubes onde os homens são recebidos por belas mulheres, que sentam-se ao lado deles e oferecem seus ouvidos para uma conversa atenta. Não há, entretanto, contato íntimo, e um visitante pode até mesmo ser expulso do local caso abrace uma das funcionárias.

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