11 ilustrações que mostram a realidade de uma pessoa com esquizofrenia

Kate Fanner é uma artista de 18 anos da Californa, nos EUA que foi identificada com esquizofrenia. Segundo ela, “sempre fui uma “artista”, só não percebi o que isso significava até que minha doença mental aparecesse. No entanto, eu desprezo o termo “doente mental”; isso implica que quem eu sou como pessoa é fundamentalmente corrompido e quebrado”.

Infelizmente, Kate diz que assim que fala para as pessoas da sua realidade, tudo que elas veem é uma pessoa “louca”. “Eles vêem o estigma perpetuado pela mídia e os estereótipos imprecisos retratados em Hollywood. É precisamente por isso que sou tão aberta quanto ao que vivo”.

“Eu desenho muitas das minhas alucinações, pois desenhar me ajuda a lidar com isso”

“Nas minhas alucinações eu ouço vozes, efeitos sonoros, ruídos aleatórios e muitas vezes vejo insetos, rostos e olhos sem corpos”

“Tenho alucinações com insetos com frequência e minha depressão faz eu me sentir inútil como uma mosca. Essas ilustrações de insetos representam minha doença”

“Esse rasteja para fora da ventilação no meu teto e faz um barulho de cliques, ou eu o vejo rastejar por debaixo das coisas”

“Este é um autorretrato. Eu me olhei no espelho e meus olhos fizeram isso. Resolvi pintar”

“Eu tenho muitas emoções intensas e ouço vozes me dizendo para colocar tudo em chamas”

“Aqui está um exemplo dos olhos sem corpos que vejo. Eles surgem em montes ou massas em minhas paredes ou pisos. Eles entortam e se movem”

“Essa é a Birdie, ela canta para mim”

“Minha autoestima está em seu pior estado e me sinto insignificante. Eu sempre desejei poder me transformar em uma pessoa mais bonita”

“Como os parecem quando os vejo – com mais daquelas cores e círculos estranhos”

Organização, comunicação, paranoia, depressão, ansiedade e controle das emoções, segundo Kate, são seus maiores desafios:

“O que eu vivo não é fácil e pode ser debilitante, mas eu não estou vivendo nas ruas gritando sobre abduções alienígenas. Isso não quer dizer que não há pessoas lá fora que são tão severas – existem até. No entanto, há também pessoas como eu que ficam em casa na maior parte do tempo confinadas em seu quarto. É um espectro de sintomas com diferentes níveis de severidade. A experiência de cada pessoa é única”.

[Bored Panda]

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