10 fatos bizarros sobre os romanos que você precisa saber

O Império Romano sem dúvida trouxe inúmeras bases para o desenvolvimento da sociedade moderna tal qual como conhecemos, de modo que ainda instiga não só os arqueólogos e estudiosos, como qualquer curioso em questão.

Recentemente falamos sobre os 10 fatos realmente nojentos sobre a vida dos romanos, de modo que alguns outros tópicos sobre essa fantástica civilização valem muito a pena conhecer. Confira 10 fatos estranhos sobre os romanos que você precisa saber e tenha uma nova perspectiva sobre essa história:

 10. A revolta no anfiteatro de Pompeia

O anfiteatro de Pompéia está entre os mais antigos projetos da arquitetura romana que sobreviveu. Conforme ilustrado no filme “Pompeia” estrelado por Kit Harrington, o coliseu foi feito de pedra e gesso – como o Coliseu romano maior – e foi projetado para facilitar a junção de grandes multidões para eventos esportivos. Mas isso não funcionou para acalmar a população: o historiador romano Tácito escreveu sobre uma enorme revolta em 59 da Era Comum, entre os moradores de Pompeia e os visitantes da cidade vizinha de Nuceria, que resultou em uma proibição dos eventos do Coliseu por vários anos.

9. Os banhos públicos eram quentes

Os famosos banhos públicos de Roma e de muitas vilas privadas dos cidadãos mais abastados foram aquecidos pelo que se chama sistema “hypocaustum”. O piso do edifício onde o banho acontecia foi levantado do chão com pilares e o espaço abaixo foi selado e isolado com telhas cerâmicas. O ar quente do forno ou da chaminé era então encaminhado para o espaço fechado debaixo do chão e o sistema de tubos de ar circulava o ar quente e ventilava a fumaça.

Parece bom, não?

8. O uso da toga era reservado

Enquanto hoje na festa da faculdade a toga pode usada por todos os formandos, na Roma antiga a toga não poderia ser usada por qualquer pessoa. Na verdade, a toga estava restrita aos cidadãos romanos – um status governado por um sistema complexo de leis. Anos mais tarde padrões e cores particulares significavam funções e cargos específicos na sociedade romana.

7. Eles usavam roupas íntimas

Tanto os homens quanto as mulheres usavam uma tanga chamada subligaculum, feita de lã ou de linho, embora a roupa íntima de seda fosse apreciada pelos ricos. As mulheres, às vezes, usavam uma espécie de proto-sutiã sem alças chamado mamillare ou strophium.

6. Escravos podiam trabalhar como policiais ou bombeiros

Roma antiga continuou a prática grega de recrutar funcionários públicos das classes mais baixas, como escravos, libertos e outros cidadãos de “menor importância” para a sociedade.

O imperador Augusto dividiu a cidade em um sistema de regiões e recintos, cada um com magistrados responsáveis ​​pela proteção contra o fogo e uma forma limitada de justiça criminal. Após um incêndio particularmente devastador no ano 6 dC, Augustus estabeleceu uma brigada de incêndio de sete esquadrões com 1.000 homens em cada.

5. O lazer era para todos

Mesmo cidadãos de classe baixa em Roma tiveram tempos de lazer sem precedentes no mundo antigo. Os jogos de tabuleiro e dados foram populares em todos os níveis da sociedade, incluindo jogos de estratégia militar relativamente sofisticados. Investigando a partir de escritos e evidências arqueológicas, os estudiosos do jogo conseguiram juntar as regras de diversões recreativas para inspirar o The Game of Kings, The Game of Brigands e The Game of Twelve Markings.

4. Tecnologia e pirataria também existiam em Roma

O famoso sistema de aquedutos de Roma trouxe água fresca para a cidade, que foi canalizada para casas de banho públicas e casas particulares. A manutenção do aqueduto foi tratada por uma equipe de trabalhadores de elite altamente treinados, e o sistema estabelecido em Roma foi eventualmente replicado na maioria das cidades provinciais. Uma fonte constante de problemas foi a pirataria do sistema de aqueduto pelos cidadãos mais pobres que mexiam ilegalmente no abastecimento de água.

3. Impostos e mais impostos – inclusive sobre a urina dos romanos

Talvez ainda mais complexo do que seu sistema de água, o antigo sistema fiscal de Roma era uma invenção igualmente elaborada. Aparentemente, tudo era potencialmente tributável, de acordo com o direito romano. O exemplo mais infame? O imposto sobre a urina romana, que foi aplicado aos comerciantes que compravam, sim, a urina coletada das latrinas públicas.

A urina tinha utilidades específicas para bronzeamento e lavagem de roupa. Os historiadores romanos contam um caso entre o imperador Vespasiano e seu filho Tito, em que Tito se queixou da natureza ofensiva do imposto.

Vespasiano levantou uma moeda de ouro e então declarou: “Pecunia non olet”. (“O dinheiro não cheira”).

2. Obsessão pelo vinho

O vinho era a bebida alcoólica preferida da Roma antiga, e considerada tão crucial para a vida diária que não eram só os nobres quem a preferiam. Pompeia foi um dos principais centros de vinho em todo o mundo romano, e um efeito colateral da erupção do Vesúvio foi uma “fome de vinho” que causou um efeito ondulante em todo o império.

Quando as lojas de vinho de Pompéia foram destruídas, os romanos entraram em pânico e substituíram seus campos de grãos com vinhas, provocando uma queda de alimentos subsequente.

Um excesso de vinho de todas as novas vinhas seguiu, desestabilizando ainda mais a economia.

O imperador Domiciano finalmente teve que emitir um edital que proíba novas vinhas.

1. Morte súbita com a devastação de Pompeia

Roma talvez não tenha caído em um dia, mas Pompeia sim –  e literalmente. Estudos arqueológicos sugerem que as cinzas e detritos vulcânicos começaram a cair na cidade ao redor do meio-dia, em 24 de agosto de 79 da Era Comum. Na manhã de 25 de agosto, o gás aquecido do Monte Vesúvio havia se espalhado e asfixiado qualquer sobrevivente. Pompeia – uma cidade de 15.000 a 20.000 pessoas – permaneceu enterrada e em grande parte preservada, sob uma camada de pedras de 20 pés, pelos próximos 17 séculos. [Seeker]

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