10 coisas comuns que as mulheres não podiam fazer no passado

A luta das mulheres por direitos iguais e pelo respeito que merecem está longe de chegar a um fim, e já se estende por muitas décadas. Nos últimos cem anos, no entanto, foram muitos os direitos conquistados, e olhando para trás é possível ver quantos avanços foram feitos desde então.

Nesta lista, você vai conferir uma série de direitos que as mulheres não tinham no passado, mas que hoje em dia já conquistaram com muita luta.

Veja:

1. Abrir uma conta no banco.

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Pode parecer bizarro para os mais novos (e realmente é), mas no passado as mulheres dificilmente podiam ter controle sobre o dinheiro e sobre os assuntos econômicos da família. Por isso, em vários países as mulheres eram proibidas de ter contas bancárias e até mesmo de pedir empréstimos financeiros.

No Reino Unido, por exemplo, foi apenas em 1975 que as mulheres ganharam o direito de ter contas em seus nomes. No entanto, a discriminação continuou por mais alguns anos, já que as mulheres solteiras precisavam da autorização do pai para abrir uma conta, ainda que seu salário fosse maior que o do seu progenitor.

2. Fazer compras sozinhas.

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Na maior parte dos países as mulheres tinham liberdade muito limitada no passado. Assim como ocorre em alguns países hoje em dia (sobretudo no Oriente Médio), uma garota dificilmente recebia a permissão de sair para a rua sem estar acompanhada por um homem.

As mulheres sequer podiam fazer compras sozinhas, já que a cultura da época entendia que precisavam de um homem para mantê-la segura durante o passeio.

3. Gastar seu próprio dinheiro em um bar.

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Essa proibição existiu no Reino Unido até 1982, menos de 40 anos atrás, e impedia que as mulheres pudessem gastar seu próprio dinheiro em pubs. Para tomar uns drinks, então, elas precisavam estar acompanhadas por algum homem.

4. Usar calças.

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Em muitos países era proibido uma mulher usar calças, já que a “etiqueta” da época exigia que elas usassem saias e vestidos. As calças eram vistas como uma vestimenta masculina, que quando utilizada por mulheres exibia um ar de rebeldia e insubordinação.

5. Votar.

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Esta talvez seja uma das discriminações mais famosas que as mulheres já sofreram ao longo do tempo, já que exigiu muita luta para que elas adquirissem o direito de participar em eleições diretas. Antigamente, os homens acreditavam que votar não estava entre o que consideravam “deveres femininos”.

6. Entrar para o Exército.

Tech. Sgt. Keith Brown / Wikimedia

Hoje em dia é normal ver mulheres nas Forças Armadas da grande maioria dos países do mundo. Entretanto, há algum tempo, a presença das mulheres no Exército era totalmente proibida, salvo em casos de extrema necessidade, como em situações de guerra e emergência nacional.

7. Participar de um júri.

Gardiner P. Bissel, Oregon Journal / Wikmedia

Por serem vistas como pessoas “frágeis e emotivas”, no passado as mulheres eram impedidas de participar no júri. A única forma delas participarem deste procedimento jurídico era como testemunhas. Felizmente, o mundo já evoluiu e percebeu que esta era uma proibição preconceituosa e extremamente ofensiva.

8. Usar pílulas contraceptivas.

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Atualmente, as pílulas contraceptivas são extremamente comuns em grande parte dos países, tanto que é difícil encontrar uma garota que não as utilize. Mas as coisas nem sempre foram assim. Os anticoncepcionais começaram a surgir ainda no século 20, mas primeiramente apenas as mulheres casadas podiam ter acesso a eles. Para as solteiras, a espera foi um pouco maior.

9. Tirar um passaporte quando casadas.

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Nos Estados Unidos, antigamente, as mulheres casadas não tinham a liberdade de tirar um passaporte sozinhas quando eram casadas. Após o matrimônio, a mulher precisava da autorização do marido para viajar, e por isso era concedida uma espécie de “passaporte em conjunto”.

10. Tornar-se advogada.

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Nos Estados Unidos, bem como em alguns outros países também, as mulheres até tinham o direito de cursar uma faculdade de Direito, mas mesmo formadas elas não podiam exercer a função de advogadas, já que este cargo era privativo aos homens.

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