Investigadores entraram em uma cidade perdida na selva hondurenha. Descobriram uma maldição

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“É muito perigoso. Só de chegar e sair dali é perigoso”.
“Conta a lenda que existia uma grande cidade nas montanhas que foi devastada por uma série de catástrofes e todos seus habitantes pensaram que os deuses estavam furiosos com eles. Assim que se foram, deixaram todas suas coisas para trás”, disse Douglas Preston em seu livro A Cidade Perdida do Deus Momo, também chamada a Cidade Branca por seu povo, que lembra a sua gloriosa existência desde o ano 1500, aproximadamente.

O problema é que sua localização estava escondida entre mais de 30 mil quilômetros quadrados de selva tropical úmida justo na fronteira entre Honduras e Nicarágua.

Muitos falavam sobre onde eles planejavam triunfar, mas sua expedição incluía cientistas, arqueólogos, exploradores veteranos e até antropólogos. O que podia dar errado?

 

Primeiro enviaram um avião para sobrevoar a zona para escanear a superfície usando tecnologia de primeira linha. Logo esta informação se utilizou para criar um modelo 3D dentro de um computador que se encarregou de buscar estruturas entre a selva – e encontrou.

Não é maravilhosa a tecnologia?

“Eram ou estruturas feitas por seres humanos ou íamos nos deparar com os ratos mais inteligentes do mundo fazendo coisas que nunca tinham feito antes”. – Bill Benenson em “Exploradores: a Lenda do Deus Macaco”.

O caminho até a cidade não era fácil. Tiveram que enfrentar a um ambiente inexplorado e um terreno escarpado, além de arriscar-se a sofrer acidentes, doenças e encontros próximos a animais selvagens – dentro dos primeiros dias encontraram uma serpente venenosa em seu acampamento.

Andrew Wood, um ex-soldado das Forças Especiais e especialista em florestas, agarrou o animal no momento certo, mas não conseguiu atenuar o perigo completamente.

“Agarrou a serpente, mas ela explodiu de raiva e ficou desesperada atacando o ar em todas as direções, vomitando veneno, fios de veneno entre a brisa noturna”. – Steve Elkins no documentário da National Geographic, “Exploradores: a Lenda do Deus Macaco”.

Woods recomendou que prendessem sua cabeça a nível do chão já que isso afastaria a outros seres curiosos que quisessem se aproximar.

 

A poucos dias e graças a um GPS baseado no mapa criado por computador, encontraram a cidade perdida em pedaços. A imagem do Deus Macaco aqui, uma rocha marcada por ali.

“Retrocedemos e o primeiro que distingui foi a cabeça do jaguar saindo da terra, marcada na pedra, rugindo”. – Steve Elkins no documentário da National Geographic.

Essa excursão ganhou muitas críticas da população indígena, que considera a cidade sagrada e declararam repetidamente que deviam deixar as coisas como estavam. Mas alguém escuta aos indígenas a respeito de cidades amaldiçoadas? Claro que não.

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Fundador e proprietário do site e página Mistérios do Mundo, formado em Análise de Sistemas e amante da natureza, ciência e tecnologia. Largou o emprego para se dedicar exclusivamente a esse projeto e faz isso desde 2014. É paulista, e mora em Cascais/Portugal. Meu perfil pessoal: https://www.facebook.com/LucasRabelloMDM

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