Agressividade pode ser a ruína do ser humano, diz Stephen Hawking

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O cientista vivo mais famoso do mundo também chamou atenção ao conversar sobre aquilo que acha que pode causar a ruína da humanidade.

Stephen Hawking é talvez o cientista vivo mais renomado atualmente. O físico esteve em destaque nas últimas semanas principalmente pelo prêmio recebido por Eddie Redmayne pela atuação no filme “A Teoria de Tudo’, que conta a vida de Stephen e sua esposa. Entretanto, o cientista também chamou atenção ao conversar sobre aquilo que acha que pode causar a ruína da humanidade.

Em uma entrevista concedida à estudante Adaeze Uynanwah, de 24 anos, vencedora de um prêmio da ‘VisitLondon.com’, Hawking disse acreditar que a agressividade do ser humano, outrora importante para nossa sobrevivência, pode acabar nos destruindo.

Quando perguntado sobre qual traço humano gostaria mais de mudar, Hawking declarou o seguinte:

“A maior falha humana que eu gostaria de corrigir é a agressividade. Ela pode ter nos ajudado a sobreviver na época das cavernas, para conseguir mais comida, território ou uma parceira para reproduzir. Entretanto, ela agora ameaça todos nós. Uma guerra nuclear pode ser o fim da civilização, e talvez o fim da raça humana”.

Na sequência, Unyanwah perguntou qual traço humano Hawking gostaria de ver mais frequentemente.

“A qualidade que eu gostaria de ampliar é a empatia. Ela nos une em um estado de amor e paz”, respondeu o cientista.

No decorrer da conversa, Hawking declarou que acredita que a exploração de outros planetas pode ser vital para a sobrevivência dos seres humanos.

“Mandar humanos à Lua mudou o futuro da raça humana de maneiras que nós ainda não entendemos. Isso não resolveu nenhum dos problemas imediatos que temos aqui na Terra, mas nos deu uma nova perspectiva. Eu acredito que o futuro a longo prazo dos seres humanos é o espaço, e isso representa que explorá-lo pode ser muito importante para nossa sobrevivência, já que isso pode prevenir o desaparecimento da humanidade, colonizando outros planetas, por exemplo”, concluiu o físico. [IFLScience]

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