6 descobertas arqueológicas que parecem ter saído de um filme de terror

6 descobertas arqueológicas que parecem ter saído de um filme de terror
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A arqueologia é uma das poucas profissões em que encontrar um cadáver não é um motivo para alarme, mas algumas dessas descobertas podem ser bem assustadoras

A arqueologia é uma das poucas profissões em que encontrar um cadáver não é um motivo para alarme – em vez disso, é uma oportunidade maravilhosa de fazer algumas descobertas fascinantes sobre o passado. Só que algumas dessas descobertas podem ser um tanto assustadoras, e surpreendem até mesmo os especialistas.

O cadáver de 2000 anos de idade que se recusa a apodrecer

Este é o corpo de Xin Zhui, uma nobre chinesa que morreu mais de 2.000 anos atrás, e continua com pele, carne e órgãos. Na verdade, está tão bem preservado que os médicos foram capazes de realizar uma autópsia em 1972.

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Seu túmulo estava localizado a 12 metros de profundidade, enquanto seu caixão foi colocado dentro de outros sete em estilo Matriosca em uma câmara mortuária. O corpo também estava envolto em 20 camadas de seda e suspenso em um banho de ácido com infusão de magnésio. Como resultado, todas as bactérias que se alimentam de cadáveres teriam sufocado pela falta de oxigênio.

Os esqueletos algemados

“OK, vamos derramar cimento sobre essa coisa e depois nunca mais olhar para ela de novo, porque nós tropeçamos claramente sobre o primeiro ato de um filme de zumbis”. Isto é o que deve ter passado pela cabeça de um grupo de arqueólogos que escavavam um cemitério romano em 2014 quando descobriram os restos de vários adultos e crianças – todos os quais tinham grilhões de ferro em torno de suas pernas, pulsos, ou pescoços, além de marcas de mordidas.

Os corpos, evidentemente, eram apenas de pessoas que foram forçadas a lutar em um anfiteatro nas proximidades, portanto, as algemas e mordidas (a partir de animais selvagens).

Marionetes com corpos reais

O Deserto de Atacama, na América do Sul, era o lar dos Chinchorros, uma antiga tribo cujos interesses incluíam a pesca, longas caminhadas nas dunas, e usar seus entes queridos como marionetes em um ritual macabro.

De acordo com os arqueólogos, os Chinchorros apareceram pela primeira vez na área em 5000 aC, na época em que cadáveres mutilados começaram a aparecer na paisagem. Ao longo de mais de 3.000 anos, surgiram vários estilos distintos de cadáveres. Primeiramente, os mortos eram desmontados em uma pilha de ossos. Em seguida, usando paus e juncos, eles eram “reconstruídos”… um boneco que presumimos ser aterrorizante.

Outros métodos incluíam cortar o corpo e substituir os órgãos com terra, ou revestir o corpo na lama e deixar o sol formar um casulo para toda a eternidade. Graças a estes tratamentos, os corpos sobreviveram em perfeito estado durante os últimos milênios.

Fundador e proprietário do site e página Mistérios do Mundo, formado em Análise de Sistemas e amante da natureza, ciência e tecnologia. Largou o emprego para se dedicar exclusivamente a esse projeto e faz isso desde 2014. É paulista, e mora em Cascais/Portugal. Meu perfil pessoal: https://www.facebook.com/LucasRabelloMDM

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